Colômbia

Do Coração dos Andes ao Atlântico
com Filipa Chatillon
1ª data - 18 de Novembro a 05 de Dezembro de 2026 (Esgotado)
2ª data - 03 a 20 de Fevereiro de 2027
3ª data - 17 de Novembro a 04 de Dezembro de 2027

Uma jornada pela Colômbia: da vida citadina à grandiosa natureza.

Esta viagem à Colômbia, guiada pela Filipa, é uma jornada desde a capital, Bogotá, até à Cartagena colonial, passando por Punta Gallinas, o ponto mais a norte da América do Sul. Percorremos a Colômbia da complexa vida citadina, da grandiosa natureza e do povo acolhedor e festivo. Se há palavra que define este país, é diversidade.

Bogotá: a História e o processo de paz

Começamos a nossa descoberta da Colômbia abordando a sua complexa história moderna. Caminhando pelas principais ruas do centro de Bogotá, conversamos sobre o processo de paz assinado em 2016, que pôs fim a um conflito interno com mais de 50 anos. Paramos para conhecer projectos que resultam deste esforço de paz e visitamos exposições que honram as vítimas do conflito e iluminam o caminho na direcção da reconciliação. Viajando no tempo, visitamos o incontornável Museu do Ouro, as ruas do centro histórico, no Bairro La Candelária e o “quarteirão dos museus”, com uma visita ao Museu Botero e Casa da Moeda.

Andes: de Toche pelas montanhas até à colorida arquitetura de Salento

Atravessamos as cordilheiras andinas que formam a espinha dorsal do país, explorando os bosques da Cordilheira Central. Por caminhos de montanha, sobre rodas todo-o-terreno e em caminhadas de uma beleza ímpar, descobrimos a região de Toche. Observamos estrato-vulcões cobertos de vegetação, percorremos o maior bosque de Palmeiras de Cera do mundo, mergulhamos em águas termais e dormimos sob as estrelas, rodeados de natureza. Chegados ao Eje Cafetero, ficamos em Salento, uma típica vila rural, explorando a sua colorida arquitetura colonial e visitando uma quinta de produção de café.

Medellín: A vibrante cidade que se reinventou

Na cosmopolita Medellín aprendemos como se opera a transformação de uma cidade. Como, através da implementação de um inovador sistema de transportes e da promoção da educação e cultura, foi possível a inclusão dos habitantes de bairros marginais na vida da cidade, diminuindo muito a criminalidade.

Durante anos fechada ao mundo devido à violência exercida pelo narcotráfico, a Medellín que percorremos é uma cidade vibrante, de indústrias, comércio e arte, com um sistema de transportes que é exemplo mundial, e muitos jardins, museus e vida noturna.

La Guajira: do deserto do Povo Wayuu às dunas de Punta Gallinas

Viramos depois a norte, para a costa do mar das Caraíbas, onde passeamos por Santa Marta, antes de sair à aventura pela Península de La Guajira. Na terra do povo Wayuu, descobrimos as suas tradições, tão ligadas a esse território inóspito, onde o deserto se encontra com o mar. Durante três dias, atravessarmos desertos em várias formas e planícies a perder de vista. Subimos ‘ilhas’ de pedra e cactos, com pedregulhos que rolam debaixo das rodas.

Avistamos ao longe o verde-esmeralda do mar, nas baías onde termina este deserto, que sobem e descem consoante as estações. Subimos dunas de areia que acabam no Atlântico, atingimos o ponto mais a norte da América do Sul e dormimos em chinchorros, embalados pelo som do mar aos nossos pés.

Serra Nevada e Tayrona: rodeados pelo verde luxuriante da selva

Fazendo jus à incrível variedade paisagística do país, passamos do deserto aos terrenos luxuriantes do sopé da Serra Nevada de Santa Marta, onde a selva abraça o mar das Caraíbas. Rodeados de verde, descansamos da aventura dos dias anteriores antes de dedicarmos um dia a descobrir o Parque Nacional Natural Tayrona.

Cartagena de Índias: a arquitetura colonial muralhada e o quotidiano

Terminamos a viagem à Colômbia no expoente máximo da arquitectura colonial e da vida caribenha, Cartagena de Índias. Dentro de 13 quilómetros de muralha encontra-se um labirinto de ruas empedradas, praças rodeadas por casas coloridas, pátios e alpendres floridos e um conjunto impressionante de igrejas e mosteiros, que percorremos com calma. Para lá das muralhas da cidade histórica, descobrimos também a história do Mercado de Bazurto e como ele se conecta com as raízes africanas, indígenas e espanholas da cidade, revelando as tradições, sabores e ritmos que definem o quotidiano do povo de Cartagena.

Mapa do Roteiro de Viagem à Colômbia com Filipa Chatillon - viagem de grupo | Trilhos da Terra
Aproximação CULTURAL
Esta viagem cruza várias Colômbias: da memória recente do conflito e do processo de paz em Bogotá, à transformação social de Medellín, até ao contacto direto com o povo Wayuu, em La Guajira, e com as raízes afro-indígenas de Cartagena. As diferenças culturais são evidentes e enriquecedoras, mas não geram grande choque – somos, na maior parte dos contextos, recebidos por um povo caloroso, festivo e habituado a acolher visitantes.
Exigência FÍSICA
Viagem com atividades acessíveis, mas com várias caminhadas. Temos dois dias consecutivos de caminhadas, em Toche, um com 3 quilómetros e outro com 6, com desníveis positivos entre os 250 e os 500 metros. No Parque Tayrona fazemos uma caminhada de oito quilómetros, com pausa para mergulhos no meio do caminho. Nas cidades, as visitas fazem-se também caminhando bastante, pelo que a viagem à Colômbia não é indicada para quem tenha problemas de locomoção.
CONFORTO
Nas cidades e vilas ficamos em pequenos hotéis e guesthouses confortáveis, que reflectem o ambiente local. No entanto, há momentos de menor conforto que fazem parte da experiência: uma noite em tenda junto às termas, duas noites em cabanas muito simples e uma noite em chinchorros/hamacas, em La Guajira, com casas de banho básicas e água fria, além de viagens de carrinha e jipe longas e, por vezes, cansativas.
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Descrição

Roteiro de Viagem à Colômbia - 18 Dias

Explora o roteiro desta viagem à Colômbia que te levará do coração da Cordilheira dos Andes ao Atlântico

À chegada a Bogotá, a Filipa aguarda-te no aeroporto, para te dar as boas-vindas e te acompanhar ao hotel. A 2640 metros de altitude, em plena cordilheira andina, e com 8 milhões de habitantes, Bogotá  é uma cidade moderna e, ao mesmo tempo, uma capital histórica e colonial cheia de vida.

Alimentação: –
Dormida: Hotel

Iniciamos a nossa descoberta da Colombia abordando a sua complexa história moderna. Na companhia de um guia local, percorremos as avenidas principais do centro de Bogotá, provando comidas com histórias muito especiais. Entre a Avenida Jiménez e a Praça Bolivar conversamos sobre o processo de paz assinado em 2016, que pôs fim a um conflito interno com mais de 50 anos. Paramos para conhecer projectos que resultam deste esforço de paz e visitamos exposições que honram as vítimas do conflito e iluminam o caminho na direcção da reconciliação.

Depois de almoço, visitamos o incontornável Museu do Ouro e caminhamos pelas ruas do centro histórico, no Bairro La Candelária. De olho na arquitectura colonial e republicana, vigiados pelas montanhas circundantes, percorremos as ruas empedradas e coloridas, passamos pela praça fundadora da cidade, o Chorro de Quevedo e terminamos a tarde no “quarteirão dos museus”, com uma visita ao Museu Botero e Casa da Moeda.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Despedimo-nos de Bogotá com uma panorâmica sobre a cidade, do alto do Cerro Monserrate. Debruçados a 3000 metros de altura, vemos não só a cidade aos nossos pés, mas também as montanhas onde nos dirigimos a seguir. 

Partimos depois de minivan, em direcção a Ibagué, no coração da cordilheira central dos Andes, pelas estradas de montanhas que caracterizam a circulação na Colombia. Será uma viagem longa e ziguezagueante, mas com vistas de cortar a respiração. 

Chegamos a Ibagué à hora de jantar e recolhemos cedo. Espera-nos um despertar madrugador para a aventura dos próximos dois dias.

Alimentação: Pequeno-almoço

Dormida: Hotel

Saímos em jeeps às seis da manhã, numa viagem de aproximadamente três horas que nos levará ao sopé do Vulcão Cerro Machin. Pelo caminho tomamos um pequeno-almoço campesino em Cajamarca, a capital agrícola da região. Seguindo por estradas de terra que contornam as empinadas vertentes montanhosas, embrenhamo-nos numa paisagem andina que alterna natureza bruta e uma forte vivência rural. Atravessamos cascatas que passam na estrada, quintas penduradas nas encostas, cruzamos galinhas, vacas e cavalos. Paramos em Toche, aldeia de duas ruas e uma dezenas de casas, que foi palco de enfrentamentos entre guerrilhas e paramilitares. Abandonada durante a época da violência, é hoje, de novo, lar para os seus habitantes, que puderam voltar a trabalhar as suas terras. Estamos já na encosta do vulcão Machín, um estrato-vulcão ativo (mas sem erupções há 800 anos) coberto por vegetação. Percorremos em ziguezague a estrada que nos leva à sua cratera. Aí, fazemos um trilho de três quilómetros que nos mostra a imponência e diversidade da paisagem andina. Parece difícil de acreditar que debaixo de todo aquele verde onde pastam vacas e cavalos esteja um vulcão activo.

De volta aos veículos, continuamos por estradões de montanha até desembocar no acesso ao trilho, apenas pedestre, que leva ao nosso alojamento para esta noite. Depois de uma caminhada de um quilómetro, chegamos à Finca Termales La Florida onde acampamos baixo tecto, ao lado de uma piscina de água termal quente, que jorra montanha abaixo. Nesta quinta, isolada e por isso incrivelmente tranquila, um simpático casal escolheu fazer a sua vida, preservando o ecossistema que os rodeia e recebendo quem queira partilhar da beleza e tranquilidade do seu lar.

Depois de um reconfortante e merecido mergulho, jantamos no silêncio da montanha.

Alimentação: Pequeno-almoço, Almoço e Jantar
Dormida: Tenda individual com colchão, baixo tecto (Possibilidade de dormir numa cama numa cabana, por extra 50 000 COP (aprox.13€) pp. Só dá para 4 pessoas (só há 4 cabanas, com uma cama cada uma) e tem de se reservar adiantado)

Deixamos o nosso acampamento bem cedo, em direcção ao maior bosque de Palmeiras de Cera do mundo. Nos nossos jipes, percorremos parte do chamado Caminho Real, a “estrada” da época colonial que ligava Bogotá a Quito, no Equador. Este caminho fez parte do trajecto da Expedição Botânica Real, onde Alexander Von Humboldt retratou a Palmeira de Cera, árvore nacional da Colombia, pela primeira vez. Depois de várias subidas e descidas pelas empinadas estradas andinas começamos a avistar as enormes palmeiras de cera, agregadas em bosques luxuriantes e destacando -se como antenas.

Paramos num desses bosques andinos para fazer uma caminhada de duas a três horas que nos permitirá perceber a importância desse ecossistema na sobrevivência destas palmeiras peculiares. Podendo atingir mais de 60 metros, esta é a espécie de palmeira mais alta do mundo e está ameaçada pela desflorestação e esgotamento dos solos, devido à ganadaria intensiva. Estes bosques são um dos últimos redutos do seu habitat natural, onde as podemos ver em todos os estágios de desenvolvimento e rodeadas por todas as outras árvores que compõem uma floresta saudável e são essenciais ao seu crescimento.

Depois do almoço, continuamos pelas estradas da cordilheira central dos Andes, cruzando-a de este a oeste numa sucessão de vistas impressionantes, em direcção a Salento, onde chegamos ao final do dia.

Alimentação: Pequeno-almoço e Almoço
Dormida: Guesthouse

Salento foi fundada em 1850 e é uma das povoações mais antigas da província de Quindío. É uma vila tradicionalmente rural, conhecida pela sua colorida arquitetura colonial, pelos seus artesãos e pelas quintas de produção de café. Começamos o nosso dia com calma, caminhando cerca de uma hora até uma dessas quintas, onde ficamos a conhecer todo o processo de fabricação de um café orgânico e artesanal, da semente à chávena. Voltamos a Salento de Jeep Willys, o transporte público da região. A tarde é livre, para passear livremente pela vila, relaxar num dos muitos cafés ou jogar o tradicional jogo de Tejo. 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Saímos cedo para Medellín, “cidade da eterna primavera”, onde chegamos ao final da tarde. Durante anos fechada para o mundo devido à violência exercida pelo narcotráfico, Medellín é hoje uma cidade vibrante, de indústrias, comércio e arte, com um sistema de transportes que é exemplo mundial, e muitos jardins, museus e vida noturna. 

Depois de nos instalarmos, desentorpecemos as pernas da longa viagem de autocarro com um passeio pelo bairro de Laureles e uma divertida aula de salsa. 

Alimentação: Pequeno-almoço

Dormida: Hotel

Na companhia de uma guia local, passamos o dia a perceber a transformação sofrida em Medellín nas últimas décadas. Através da implementação de um inovador sistema de transportes e da promoção da educação e cultura, foi possível a inclusão dos habitantes de bairros marginais na vida da cidade, diminuindo muito a criminalidade. Usando esse sistema público de transportes, visitamos a cidade e falamos com os habitantes sobre a sua história. Percorremos também um dos bairros populares que são um exemplo perfeito de como os projetos comunitários, a arte urbana e a música podem ser motores de mudança social. 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Deixamos Medellín para voar rumo à costa norte da Colômbia. Chegamos a Santa Marta por volta da hora do almoço (horário dependente do voo). A primeira cidade fundada pelos espanhóis na Colômbia, em 1525, é um óptimo ponto de partida para a segunda parte da nossa viagem, junto ao caribe colombiano. Apesar de menos conservada na sua arquitectura colonial que Cartagena, é um lugar cheio de vida, onde podemos observar, num mesmo olhar, o pôr do sol na sua baía e a imponente Serra Nevada de Santa Marta. Tranquilamente, passeamos pelo centro histórico, percorremos o passeio marítimo de Las Bastidas, observamos vários murais de arte urbana e ouvimos histórias recentes e antigas sobre a cidade.

Alimentação: Pequeno-almoço, Almoço
Dormida: Hotel

Partimos pela manhã para três dias de aventura pela Península de La Guajira. Exposta aos ventos alísios, é caracterizada por uma extrema aridez revelando, apesar disso, uma grande diversidade de paisagens. Planícies amarelas a perder de vista onde desponta vegetação rasteira resistente, baías de azul forte, enormes dunas de areia e maciços rochosos que emergem do mar, formando falésias e vultos a contraluz nos impressionantes pores do sol que caracterizam esta zona. Aqui, os Wayuu, povo indígena orgulhoso que resistiu à colonização europeia e mantém ainda hoje os seus costumes e língua tradicional, vivem ao seu próprio ritmo. 

A nossa primeira paragem é no corregimento de Camarones, junto ao Santuário de Fauna e Flora Los Flamencos, na Baixa Guajira. Esta é uma zona de transição entre a paisagem verde e fértil do sopé da Serra Nevada de Santa Marta e as savanas desérticas da Alta Guajira. Com um sistema de lagoas costeiras e manguezais, esta reserva abriga uma das mais diversas populações de aves limícolas do Caribe colombiano e um povo mestiço que testemunha, com a sua comida e costumes ancestrais, uma poderosa mistura da cultura afrodescendente com o mundo indígena Wayuu.

Depois de nos instalarmos no nosso alojamento e de um almoço tradicional, fazemos uma visita a uma comunidade Wayuu, onde teremos uma conversa sobre os seus costumes e uma demonstração do seu baile tradicional. Ao fim do dia, percorremos de canoa as lagoas, observando inúmeras aves e testemunhando a pesca artesanal que é o modo de vida ancestral destas populações.

Alimentação: Pequeno-almoço, Almoço e Jantar
Dormida: Cabana

Saímos em jipes em direcção à Alta Guajira. Destino, Punta Gallinas, o ponto mais a norte da América do Sul. Vamos chegar ao final do dia, depois de atravessarmos desertos em várias formas e planícies a perder de vista, onde o solo gretado acusa a lama que foi e o calor que a secou. Subimos ‘ilhas’ de pedra e cactos, com pedregulhos que rolam debaixo das rodas. Avistamos ao longe o verde esmeralda do mar, nas baías onde termina este deserto, que sobem e descem consoante as estações. Mergulhamos na praia da Bahia de Pusheo, enquanto esperamos pelo almoço, e visitamos as dunas da praia de Taroa, verdadeiras montanhas douradas que descem a pique até ao mar. Daí seguimos para o farol de Punta Gallinas, onde o continente acaba, a norte, no Atlântico revolto. 

Chegamos ao nosso alojamento ao fim do dia. Antes de jantar, sentados em cima da falésia voltada para os amarelos e verdes da Bahia Hondita, brindamos ao caminho que nos trouxe até esta ponta do mundo, inóspita, isolada e de uma beleza incrível. 

Alimentação: Pequeno-almoço, Almoço e Jantar
Dormida: Cabana

Começamos o dia com o nascer do sol sobre a Bahia Honda, que percorremos num passeio de barco que nos aproxima dos mangais e das aves que cruzam os céus e descansam sobre os ramos verdes. Depois, fazemo-nos de novo às pistas do deserto, em direcção a Cabo de La Vela. Depois de almoço, já instalados na rancheria que nos acolhe, visitamos o Pilón de Azucar, monte sagrado para os Wayuu, e mergulhamos na praia que este vigia. Terminamos o dia a ver o pôr-do-sol no Ojo de Agua, com a sua paisagem vulcânica e formações rochosas escarpadas. Alimentação: Pequeno-almoço, Almoço e Jantar

Dormida: Hamaca (rede de dormir) sob telhado de colmo

Sem precisar de despertadores, nas nossas redes debaixo do telhado de colmo e com o som da ondulação, acordamos enquanto o céu passa de rosa a laranja, a azul. Os pescadores já andam na sua faina e os pelicanos fazem razias ao mar. Depois do pequeno almoço, iniciamos o percurso de volta, parando para almoço e um mergulho nas praias de areia branca de Mayapo. 

Chegamos a Rioacha durante a tarde, despedindo-nos assim da Península de La Guajira. Mudamos-nos dos jipes para uma carrinha, que nos leva até El Zaino, a porta de entrada para o Parque Tayrona, onde ficaremos nos próximos dias.

Alimentação: Pequeno-almoço, Almoço

Dormida: Hotel

Acordamos com calma em pleno sopé da Serra Nevada de Santa Marta, rodeados de vegetação luxuriante. O dia é livre, para que possas descansar dos percursos de jipe dos dias anteriores. Poderás refrescar-te nas poças do rio Piedras, junto da população local, ou simplesmente relaxar com uma massagem regeneradora. Para os mais energéticos, há a possibilidade de uma breve, mas empinada, caminhada pela floresta que te levará a uma vista deslumbrante sobre a serra. 

Alimentação: Pequeno-almoço

Dormida: Hotel

Dedicamos o dia ao Parque Nacional Natural de Tayrona. Estendendo-se da base da Serra Nevada de Santa Marta até ao mar das Caraíbas, este parque natural revela-nos uma paisagem que alterna entre montanha, floresta e praia num único olhar. A serra desce até ao mar, como uma mão rochosa. No intervalo de cada dedo, baías de água azul turquesa são abraçadas por vegetação luxuriante. Percorremos o parque a pé, numa caminhada num ritmo calmo, mas desafiante devido ao calor e à humidade. Esta região era também o território do povo Tayrona e é ainda o dos seus descendentes, os Arhuacos, os Wiwas, os Kogis e os Kankuamos, que habitam nas zonas mais privadas do parque. Por vezes, cruzamo-nos com eles no nosso caminho. Ao longo do trilho, enquanto subimos e descemos na sombra das enormes árvores, vislumbramos praias paradisíacas, mas inacessíveis, e a exuberante paisagem circundante. A cereja no topo do bolo vem com um retemperador mergulho nas águas transparentes da Praia Piscina. 

Alimentação: Pequeno-almoço

Dormida: Hotel

Despedimo-nos deste pequeno paraíso para viajarmos até Cartagena. Chegamos durante a tarde, a tempo de deambular pelas ruas vibrantes e coloridas do centro histórico de Cartagena, classificado como Património Histórico da Humanidade pela Unesco. Fundada em 1533, a cidade conserva a arquitetura colonial e o conjunto de fortificações mais completo da América do Sul. Dentro de 13 quilómetros de muralha encontra-se um labirinto de ruas empedradas, praças rodeadas por casas coloridas, pátios e alpendres floridos e um conjunto impressionante de igrejas e mosteiros. Observamos o pôr do sol desde a muralha, jantamos num dos muitos bons restaurantes da cidade e, quem sabe, damos um pezinho de salsa num dos animados bares da cidade.

Alimentação: Pequeno-almoço

Dormida: Hotel

Dedicamos a manhã e o início da tarde a visitar o Mercado de Bazurto. Para lá das muralhas da cidade histórica, descobrimos a história do mercado e como ele se conecta com as raízes africanas, indígenas e espanholas da cidade, revelando as tradições, sabores e ritmos que definem o cotidiano do povo de Cartagena. Mais do que um mercado, Bazurto é um caldeirão da cultura caribenha, onde a autenticidade é encontrada em cada esquina. Exploramos os seus corredores vibrantes, interagindo com fornecedores locais que representam gerações de história e tradição, provamos as distintas frutas da região e almoçamos entre panelões de peixe e marisco a fumegar.

A tarde é livre para que possas perder-te pelas ruas de Cartagena ao teu ritmo, fazer aquelas últimas compras ou simplesmente despedir-te com calma da Colombia vivendo a alegria e hospitalidade que caracterizaram toda a viagem. Ao jantar, brindamos à “sabrosura” deste país apaixonante.

Alimentação: Pequeno-almoço e Almoço

Dormida: Hotel

De acordo com o horário do teu voo, a Filipa coordenará um transfer para o aeroporto de Cartagena.

Alimentação: Pequeno-almoço

Dormida: –

Preço1ª data 18 de Novembro a 05 de Dezembro de 20262570€/pessoa2ª data 03 a 20 de Fevereiro de 20272880€/pessoa3ª data 17 de Novembro a 04 de Dezembro de 20272880€/pessoa
Total 17 noites13 noites em alojamentos confortáveis, 1 noite em tenda, 2 noites em cabanas, 1 noite em hamacas (camas de rede)
AtividadesDescoberta cultural, natural, trekking, aventura
TransportesCarrinha,Jeep, Canoa, Avião
ReservasGrupo 6 a 10 pessoas
INCLUI
EXCLUI

Perguntas frequentes sobre esta viagem à Colômbia

De Dezembro a Março e de Julho a Agosto a época é mai seca. Junho ainda pode ter alguma chuva em Bogotá e nos Andes, mas La Guajira e Cartagena têm um clima mais estável. A Colômbia tem um clima variado por região.

Para uma primeira visita à Colômbia, especialmente se quiseres ver o país completo (Andes + Deserto + Caraíbas) com segurança e sem stress logístico, uma viagem organizada como esta maximiza a experiência. La Guajira sozinho, por exemplo, é logisticamente muito complexo e potencialmente arriscado sem guia local.

Sim, a Colômbia de hoje é muito diferente da dos anos 90. Desde o processo de paz de 2016, o país transformou-se. As zonas turísticas (Bogotá, Medellín, Cartagena, Cartagena, La Guajira, Tayrona) são seguras para os viajantes. Fica descansado. Nós viajamos em grupo pequeno com a Filipa, que conhece o país há mais de 10 anos, e evitamos zonas problemáticas e usamos transportes de confiança.

Não. Os Portugueses entram sem visto na Colômbia até 90 dias. Passaporte válido.

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