Descrição
ROTEIRO DA VIAGEM À GRÉCIA - 12 DIAS
Descobre todas as etapas desta viagem à Grécia, com a Filipa Chatillon, entre o verde e as montanhas dos deuses.
A Filipa estará à tua espera no hotel para te dar as boas vindas a Atenas. Neste primeiro dia não temos programa definido, para permitir liberdade nos voos, mas aconselhamos chegar a tempo de partilharmos o primeiro jantar.
Alimentação: –
Dormida: Hotel
Caminhar por Atenas é tropeçar a todo o momento com camadas intermitentes de história. A capital grega, habitada há mais de 5000 anos, tornou-se a principal cidade da Grécia Antiga no primeiro milénio a.C. e as suas conquistas culturais durante o século V a.C. lançaram as bases da civilização ocidental. Entrou em declínio na Idade Média e recuperou sob o império bizantino, sendo relativamente próspera durante o período das Cruzadas (séculos XII e XIII). Após um período de forte declínio sob o domínio do Império Otomano, Atenas reemergiu no século XIX como a capital do estado grego independente. Apesar desta antiguidade, que nos vigia a cada esquina sob a forma imponente da Acrópole, a arquitectura e distribuição da Atenas moderna são muito mais actuais do que aparentam. Na companhia de uma guia local, vamos caminhar por vários bairros diferentes como Exarcheia, Neapoli ou Kolonaki e perceber como estas duas dimensões se combinam, para criar a Atenas dos dias de hoje. Através da história e das estórias dos Atenienses, vamos perceber o que os caracteriza como sociedade e o que se esconde à superfície desta cidade e povo.
Depois deste mergulho na modernidade, voltamos ao passado, visitando a antiga Agora Ateniense. Caminhamos depois pelo bairro de Thissio, chegando à base do Monte das Ninfas, Filopappos. Percorremos este parque, subindo até ao remanescente do monumento do século I AC que lhe dá o nome, para uma espectacular panorâmica da Acrópole vigiando a cidade.
Terminamos o dia descobrindo as ruas coloridas e intrincadas do bairro Plaka, e o enclave das Ilhas Cíclades que é Anafiotika, culminando com uma visita ao ex-libris da cidade, a Acrópole, ao pôr-do-sol.
Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel
Depois do pequeno-almoço, dirigimo-nos à estação de comboio para uma viagem de cinco horas sobre carris, até Katerini. Uma curta viagem de táxi depois, leva-nos a Litochoro, o nosso destino. Esta pitoresca vila, situada na vertente Este do Monte Olimpo, foi construída seguindo a arquitetura tradicional da Macedónia e é o local ideal para descobrir a Morada dos Deuses da mitologia grega. Com 2917 metros de altitude, o Monte Olimpo é a montanha mais alta do país e está inserida no primeiro Parque Natural a ser estabelecido na Grécia, em 1937. Para além da relevância histórico-mitológica, é um lugar de incrível beleza natural, tendo sido classificado como Reserva Mundial da Biosfera pela UNESCO, em 1981.
Instalamo-nos no hotel, percorremos a vila, admirando as vistas privilegiadas para os picos montanhosos e fazemos uma pequena caminhada pela porção final do Desfiladeiro do Enipeas. Será um caminho fácil, pela levada que segue paralela ao rio com o mesmo nome, que corre encaixado nas imponentes paredes rochosas do desfiladeiro. Entre a vegetação frondosa, chegamos à cascata denominada “Banheira de Zeus”. Este será um pequeno preâmbulo para o dia seguinte.
Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel
O trilho do Desfiladeiro do Enipeas acompanha o rio desde a sua nascente, a 1000 metros de altitude, até Litochoro, a 400. São 13 quilómetros de descida, por vezes abrupta, numa caminhada de uma incrível beleza. O terreno alterna entre trilho de pedra irregular, terra suave entre florestas de faias e pinheiro-negro e pontes de madeira que atravessam o serpenteante rio cristalino. Passamos por cascatas e pequenos lagos, com tempo para mergulhos refrescantes.
Ainda que não seja técnica, esta é uma caminhada exigente, pelo elevado desnível negativo e pela irregularidade do piso, em alguns troços. Se sentires que não estás preparado, a vila de Litochoro é um lugar idílico para passar este dia tranquilamente, explorando as suas ruas, visitando as várias igrejas ortodoxas e os museus marítimo e geológico e relaxando no parque municipal e nas esplanadas verdejantes junto ao rio.
Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel
Saímos a meio da manhã, de carrinha, rumo a Kalambaka. Situada no vale de Tessália e a leste das montanhas Pindo, será a nossa base para explorar os famosos mosteiros de Meteora, classificados pela UNESCO como Património Mundial.
A sua construção por monges bizantinos, a coroar os pináculos rochosos, remonta ao século XIV. Mas a sua origem espiritual recua ao século X, quando os primeiros eremitas cristãos se recolheram em grutas escavadas nas elevadas rochas areníticas. Na companhia de um guia local, percorremos os caminhos trilhados por esses eremitas, descobrindo essas grutas originais, bem como outras, usadas mais tarde pelos monges como, por exemplo, prisões. Numa caminhada por trilhos ancestrais, longe das multidões, vamos subindo até ao local ideal para ver o pôr-do-sol, por cima do vale onde se distribui esta mistura incrível de paisagem natural e humanizada.
Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel
Aproveitando o fresco da manhã, continuamos na companhia do nosso guia local a percorrer os caminhos ancestrais de Meteora. Atravessando bosques de carvalhos e entre as pedras imponentes, descobrimos o mosteiro escondido de Ypapanti, onde só se chega caminhando. Ao som das lendas que contam a história deste lugar, atravessamos paisagens naturais que nos oferecem panorâmicas dos vales e montanhas circundantes e visitamos o mosteiro de Varlaam, com os seus famosos frescos e o pequeno, mas imponente, convento de Roussanou, dedicado a Santa Barbara.
A tarde será livre para que possas descansar ou explorar Kalambaka ao teu gosto. Poderás visitar uma igreja bizantina com frescos do século XI, juntar-te aos locais num frappe ou um jogo de cartas num dos cafés da cidade ou visitar o Museu de História Natural e dos Cogumelos. Os mais irrequietos, poderão fazer outra caminhada, subindo do centro de Kalambaka até ao Mosteiro da Santíssima Trindade.
Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hoatel
Deixamos Meteora ao início da manhã. Uma viagem de duas horas através das montanhas, leva-nos à região de Epiros e à sua capital, Ioannina. Estendendo-se em torno do Lago Pamvotida, é uma cidade que parece, ao mesmo tempo, tirada de tempos distantes e cheia de vida e juventude, devido à grande afluência de estudantes da sua universidade.
Fundada no século VI pelo imperador bizantino Justiniano, foi passando de mãos entre vários povos eslavos até ser capturada pelo Império Otomano no século XV. Entre 1788 e 1822 foi controlada pelo déspota Ali Pasha, um otomano albanês, que se rebelou contra o sultão. Apesar de ter sido rapidamente assassinado, esta rebelião foi uma das faíscas que despoletaram a Guerra da Independência Grega, e a cidade tornou-se parte do Reino da Grécia em 1913. Durante a sua história conturbada, e devido à sua localização privilegiada, Ioannina foi sempre um ponto de encontro de diferentes povos e religiões, sentindo-se ainda hoje, o cruzamento das influências orientais e ocidentais.
Exploramos a cidade antiga, entre muralhas, caminhando pelas ruelas até à Mesquita Ali Pasha, que é hoje um museu etnográfico. De seguida, apanhamos o barco que nos leva à ilha sem nome, no meio do Lago Pamvotida. Com apenas 200 m² e 200 habitantes, é um oásis de ruas empedradas, sem carros e coroada por uma pequena floresta no centro. Damos a volta à ilha, caminhando tranquilamente pelas margens do lago e passando pelos vários mosteiros que aqui se encontram.
Depois de almoço, voltamos à estrada para nos adentrar na magia de Zagori. Zagori deriva do eslavo, significando “atrás das montanhas”. Distribuída pelas cordilheiras dos montes Pindus e Tymfi, é uma região caracterizada pelas suas florestas verdejantes, que ondulam pelas montanhas e pelas 46 aldeias de pedra que se distribuem pelas suas encostas. Fazendo jus ao nome, foi uma zona que se manteve isolada durante séculos. As primeiras estradas alcatroadas surgiram apenas nos anos 40 e a dificuldade, que estimulou o engenho, de comunicação entre aldeias e com o exterior, está ainda patente nos vários caminhos, escadarias e pontes de pedra que fazem a sua ligação. Vamos percorrer alguns deles, descobrindo ao mesmo tempo esta história rural e a imponência do cenário natural.
Chegando a Vradeto, a aldeia mais alta e uma das mais antigas, fazemos uma caminhada de uma hora, adentrando-nos no Parque Natural de Vikos-Aoos e chegamos ao mirador de Beloi, onde nos espera uma incrível vista para a Garganta de Vikos. De volta a Vradeto, percorremos a aldeia e descemos os Vradeto Steps. Até 1973 eram a única ligação de Vradeto às outras aldeias, e ao mundo. 1200 degraus encaixados na encosta, fazendo 39 curvas e contracurvas, levam-nos até à ponte homónima e ao trilho do lado oposto da pequena garganta que liga à aldeia de Kapesovo. Conta com cerca de duas horas num caminho exposto ao sol que te vai exigir perseverança para o completar. Chegados a Kapesovo, com os olhos cheios de vistas magníficas e aquele bom sentimento de superação, o nosso transporte leva-nos até à aldeia de Kipi, que será a nossa base para o dia seguinte.
Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse
Este será um dia de caminhada que nos levará, numa volta circular de 14 quilómetros, a percorrer os caminhos e pontes de pedra que unem as aldeias de Kipi, Vitsa e Koukouli.
Sempre num ritmo tranquilo, começamos por acompanhar o leito do rio Voidomatis, passando por duas das mais impressionantes pontes de pedra: Plakida, com os seus três arcos e Kokkorou, encaixada entre as paredes verticais da Garganta de Vikos. Seguimos pela base do desfiladeiro, entrando e saindo de florestas, sempre acompanhando os antigos trilhos e o serpentear do rio. Chegados à ponte Misiou, começamos a subir pelo degraus de Vitsa, com panorâmicas cada vez mais espectaculares para a paisagem circundante. Na entrada à aldeia, percebemos a organização comum a todas. Na única zona plana, uma praça, com uma grande árvore no centro e uma igreja numa das pontas. Historicamente, as casas mais humildes, distribuiam-se nas zonas mais inclinadas, as dos mais ricos, em torno desta praça. Em Vitsa, almoçamos num restaurante muito especial, dedicado à cozinha local e aos cogumelos, tão abundantes nesta região. Depois do almoço, retomamos caminho, dirigindo-nos a Koukkouli e desta de volta a Kipi. Descendo e subindo encostas, que nos mergulham em florestas frondosas, para depois nos descobrirem vistas em que o calcário da rocha bruta e das casas empedradas se destaca do verde, começamos a avistar o nosso destino. Ao cruzarmos a ponte Lazaridis, que aparece repentinamente ao sair do bosque, sabemos ter completado o nosso périplo por estes caminhos e aldeias recheados de história.
Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse
As aldeias de Zagori dividem-se geograficamente em 3 grupos: ocidental, central e oriental. Saímos hoje do grupo central, em direcção a Papigo, no grupo ocidental. Apesar das semelhanças em termos de organização e arquitectura, cada aldeia tem as suas próprias características e personalidade. Papigo destaca-se pela hospitalidade e forte sentido de comunidade. A sua localização, na base das verticais torres de pedra Astraka, confere-lhe uma espectacularidade extra e a proximidade ao rio Voidomatis, um encanto especial.
Saímos de Kipi a meio da manhã. A estrada que nos leva a Papigo contorna várias vertentes montanhosas e atravessa algumas outras aldeias, dando-nos a perceber, uma vez mais, a dificuldade de circulação que moldou a vida dos seus habitantes.
No caminho para Papigo, paramos na aldeia de Vikos, para uma caminhada até à nascente do rio Voidomatis. Partindo do topo do desfiladeiro de Vikos, sempre com vistas de cortar a respiração, descemos (e depois subimos) até onde um dos cursos de água mais límpidos da Europa brota do chão fazendo-se rio, no meio de um bosque verde. O seu azul translúcido não deixa ninguém indiferente e os mais corajosos podem acompanhar a Filipa num mergulho nas águas gélidas, mas inesquecíveis.
Chegamos a Papigo à hora de almoço. À tarde, vamos até um pequeno desfiladeiro calcário arborizado, onde o riacho Rogovo esculpiu uma série de poças, de diferentes profundidades. Daí caminhamos até Mikro Papigo, um bairro destacado que é uma aldeia em si mesmo. Colocada do outro lado do rio, mais acima na montanha, tem apenas três ruas e não permite a circulação de carros. Dali, podemos sentir, ainda mais, a presença imponente das torres de Astraka e perceber que estamos posicionados na ponta oposta da Garganta de Vikos, que admirámos de longe do miradouro de Beloi.
Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse
Despedimo-nos de Zagori para atravessar as montanhas de Epirus rumo a oriente. Quatro horas depois, chegamos a Vergina, antiga Aigai, a primeira capital do reino da Macedónia. Aqui iremos encontrar, num incrível estado de conservação, os túmulos reais de Aigai, dos quais se destaca o túmulo de Filipe II, pai de Alexandre, O Grande – o épico conquistador macedónio.
O nosso último destino é Tessalónica. Fundada em 316 a.C. por Kassandros, foi nomeada em homenagem à sua esposa, Thessaloniki, meia-irmã de Alexandre, o Grande. Foi capital do reino da Macedónia, a segunda cidade mais importante do Império Bizantino, ao lado de Constantinopla, e é, actualmente, a segunda maior cidade da Grécia. É uma metrópole vibrante, boémia e cultural, mas também uma cidade onde se tropeça com história a cada esquina. Um grande incêndio no início do séc. XX destruiu mais de 70% da cidade, que foi sendo reconstruída ao longo das décadas seguintes. Tornou-se numa interessante mistura de arquitetura neoclássica e edifícios modernos, lado a lado com ruínas romanas e centenas de igrejas bizantinas, muitas delas património UNESCO.
Durante a tarde, passeamos calmamente pela cidade, descendo ao porto marítimo para percorrer Ladadika, os antigos entrepostos e edifícios do século XIX, onde outrora se vendiam azeite e derivados. Da frente marítima, seguimos para a monumental Praça Aristóteles, atravessamos a Praça Navarinou, até que por fim chegamos à Catedral Agia Sofia. Mais adiante, cruzamos o arco do imperador romano Galério e finalmente alcançamos o emblemático Rotonda. Construído para ser o túmulo de Galério, foi usado como templo, transformado numa igreja ortodoxa, mais tarde convertido em mesquita, sendo hoje um museu, classificado como património mundial da UNESCO. Em seguida, voltamos a subir a colina mas, desta vez, até à Ágora Romana e à igreja de St Dimitrios, padroeiro da cidade.
Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel
Dedicamos a manhã a conhecer a parte alta da cidade, Ano Poli. Esta foi uma das poucas zonas de Tessalónica que foi poupada pelo incêndio e é testemunho de como se organizavam os bairros otomanos da cidade. Pelas ruas estreitas e empinadas, onde perfilam pequenas casas, cruzamo-nos com crianças a jogar à bola e vizinhas a conversar à janela. Ouvimos histórias da cidade, entramos numa igreja muito especial, aprendemos a importância da música Rebetiko e o porquê do amor dos tessalónicos à sua cidade. Ao chegar à muralha e à Torre Trigonio, podemos observar Tessalónica e o mar Egeu aos nossos pés.
Perto da hora de almoço, descemos de volta ao centro e entramos no mercado Kapani. No interior podemos observar a típica atividade fervilhante dos mercados gregos: coloridas bancadas de imensas variedades de azeitonas e frutos secos, blocos de queijo feta vendido aos quilos, ervas aromáticas e especiarias, peixarias, talhos e bancas repletas de frutas e vegetais. No centro do mercado, almoçamos num restaurante que se orgulha de usar, deliciosamente, esses produtos frescos do dia.
A última tarde da nossa viagem, será livre, para que cada um possa desfrutar das suas actividades favoritas. Tessalónica tem uma miríade de museus, dedicados às suas várias fases históricas, que farão as delícias dos fãs de arqueologia e história. É uma cidade virada para a moda e artesanato, perfeita para quem queira fazer as últimas compras. E tem bares, pastelarias e cafés a cada esquina, para quem gosta de se sentar a tomar algo e ver a vida da cidade a desenrolar-se. Reencontramo-nos ao fim do dia para nos despedirmos da Grécia com um brinde animado e um jantar em Ladadika.
Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel
De acordo com a hora do teu voo, será o momento de te despedires da Filipa e ir para o aeroporto.
Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: –
INCLUI
- Acompanhamento do líder Trilhos da Terra durante toda a viagem
- Alojamento durante todo o programa
- Transportes durante todo o programa
- 11 Pequenos-almoços
- Atividades e visitas descritas no programa
EXCLUI
- Voos internacionais (preço indicativo 300€)
- Alimentação não especificada (cerca de 35 a 40€ por dia)
- Extras pessoais como souvenirs, refrescos, snacks, etc
- Seguro pessoal
- Atividades não especificadas
- Transfers de aeroporto
Perguntas frequentes sobre esta viagem à Grécia
Para conhecer uma Grécia que é desconhecida da maioria e não está sequer no imaginário que temos da Grécia. Para entrar em contacto com história milenar, mas também com uma natureza incrível e um a paisagem rural surpreendente. Para comer muito e muito bem. Para conhecer um povo muito mais parecido connosco do que pensamos.
Os meses de Maio e Setembro são os ideais para visitar o norte da Grécia. As temperaturas são agradáveis (20-25°C). Há menos turistas que no verão. A natureza está verdejante na primavera e com cores outonais em setembro.
Sim! Esta é uma viagem à Grécia alternativa, focada no norte montanhoso. Não vamos a Santorini ou Mykonos. Vamos visitar Meteora, o Monte Olimpo, as aldeias de pedra de Zagori e a cultura urbana de Atenas e Tessalónica.
Moderado. Inclui caminhadas de 3-4h por dia e duas caminhadas de dia inteiro (Desfiladeiro Enipeas e o circuito Zagori). Não é técnico mas requer boa mobilidade e gosto em caminhar.
Não. Portugal e a Grécia fazem parte da União Europeia. Basta cartão de cidadão ou passaporte válido.
Sim! Muitos viajantes vêm sozinhos. Mas viajam na companhia um dos outros. Portanto, na verdade não está a viajar sozinha/o.
Mínimo 6, máximo 10 pessoas. Gostamos de viajar em grupos pequenos para que a experiência seja autêntica e bem acompanhada.
Ideal para quem:
- procura visitar a Grécia de forma autêntica,
- gosta de natureza e caminhadas,
- quer pequenos grupos e valoriza a cultura e a história.



























