Descrição
ROTA DA VIAGEM
Seja bem-vind@ ao Planeta Índia! O Jorge estará à sua espera no aeroporto de Mumbai, de onde seguirão juntos para o hotel. Hoje não temos nada programado, a ideia é descansar e recuperar energias da viagem. Se possível, juntamos todo o grupo para o primeiro jantar e uma conversa acerca das mil aventuras que nos esperam.
Alimentação: –
Dormida: Hotel
Caótica, frenética ou icónica são só alguns dos adjetivos normalmente usados para descrever aquela que os indianos chamam de “Cidade dos Sonhos”. Já foi Bombaim (do português “boa baía”), hoje é Mumbai – e agora é o ponto de partida para esta aventura que promete, no mínimo, ser épica.
Passamos aqui os dois primeiros dias da viagem, deambulando pelos cantos e recantos desta cidade que é um planeta, absorvendo cada paisagem e os seus pormenores, sabores, sons e cheiros. Vamos visitar a imponente Victoria Station (a mais importante estação ferroviária da cidade, património da Humanidade) e o Gateway of India, construído para comemorar o desembarque do Rei George V, quando visitou a Índia em 1911. Passeamos por Kala Ghoda, Colaba e pela Marine Drive, antigamente conhecida por Colar da Rainha, pelo efeito que fazia a iluminação ao longo da baía. Testemunhamos o contraste da arquitetura vitoriana com a Art Deco. E vamos ainda conhecer o Chhatrapati Shivaji Maharaj Vastu Sangrahalaya, antes conhecido por Museu Príncipe de Gales; e o Dhobi Ghat, considerada a maior lavandaria ao ar livre do mundo.
Mas mais do que só lugares, Bombaim é uma experiência sensorial: da curiosidade dos indianos aos sabores intensos da sua cozinha, passando pelas curiosidades e insólitos da sua História e Cultura – vamos deslumbrar-nos com este apaixonante cantinho do mundo, um dos lugares a que o Jorge chama de “casa”.
Alimentação: –
Dormida: Hotel
Hoje arrancamos por essa Índia fora, de comboio, rumo a Aurangabad, antiga capital do Império Mughal, fundada em 1610 pelo imperador Aurangazeb. Chegamos a tempo de visitar o seu ex-libris, um mausoléu de mármore mandado construir no séc. XVII pelo filho de Aurangazeb, o príncipe Azam Shah, em memória da sua mãe. Por ser muito parecido com aquele mausoléu muito conhecido, em Agra, que é uma das Sete Maravilhas, este é carinhosamente tratado por “Mini Taj”.
Alimentação: –
Dormida: Guesthouse
Esperam-nos algumas horas de estrada e meia dúzia de buracos e lombas, hoje – mas é por um bom motivo. Um, não: dois! De manhã vamos explorar as espetaculares ruínas de Ellora, que parecem o cenário de um filme do Indiana Jones e são uma das mais fascinantes provas do génio humano. Simplesmente esmagadoras! À tarde, visitamos as grutas de Ajanta – um conjunto de templos budistas esculpidos e pintados, há cerca de mil anos, ao longo de um desfiladeiro. Voltamos para Aurangabad ao fim da tarde, estafados mas de alma cheia.
Alimentação: –
Dormida: Guesthouse
Viagem à Índia não é viagem à Índia se não incluir pelo menos uma grande travessia de comboio. E hoje é o dia em que vamos cumprir este sonho de muitos viajantes: passaremos quase vinte e quatro horas sobre carris, a ver a Índia a passar do lado de fora da janela, e a Índia a acontecer dentro das carruagens… é toda uma experiência. O destino desta viagem é a capital do país – e hoje passamos a noite no comboio.
Alimentação: –
Dormida: Comboio
Chegamos a Delhi ao início da tarde, mesmo a tempo de fazer uma primeira incursão pela zona antiga da cidade, onde nos vamos perder no labirinto medieval que são as ruelas e becos de Chandni Chowk, considerado o coração de Delhi. O nome significa “Praça do Luar” e esta é uma frenética zona comercial, conhecida pelos seus mercados antigos de especiarias, frutos secos, jóias, prata, saris, óleos essenciais, doces tradicionais… aliás, não podemos sair deste bairro sem experimentar algumas iguarias.
Alimentação: –
Dormida: Hotel
Hoje começamos cedo com uma visita àquela que serviu de mesquita imperial desde a sua construção, no séc. XVII, até ao fim do Império Mugal, em 1857. A Jama Masjid é tão imponente quanto delicada – é, sem sombra de dúvida, um ícone de Old Delhi. Aliás: o seu nome antigo, Masjid-i-Jehan-Numa, quer dizer algo como “mesquita que reflete o mundo inteiro”.
A seguir conhecemos o espectacular Forte Vermelho, construído para servir de residência ao quinto Imperador Mugal, Shah Jahan. Almoçamos em Connaught Place, um hotspot cultural, financeiro e comercial famoso pela sua arquitectura colonial – e a meia dúzia de passos do Agrasen ki Baoli, um imponente poço cuja arquitectura reflecte uma série de técnicas e rituais ancestrais.
À tarde ainda visitamos o Qutb Minar, um minarete com 73 metros de altura que é uma “torre da vitória”, construída para celebrar a conquista islâmica da Índia e homenagear o santo sufi Qutbuddin Bakhtiar
Alimentação: –
Dormida: Hotel
Começamos o dia com mais uma viagem sobre carris. São só três a quatro horas… na Índia, isto não é nada. É um “saltinho”. O destino de hoje é Chandigarh, a cidade projetada de raiz pelo arquiteto suíço Le Corbusier, nos anos 60. É um lugar extraordinário… e completamente “fora da caixa”. Parece que chegámos a outro país. Aliás: parece que chegámos a outra dimensão. Hoje vamos conhecer, por exemplo, um lugar que parece uma interpretação bollywoodesca do Park Guell com alguns ingredientes do “Alice no País das Maravilhas” e uma pitada de Quinta da Regaleira. Parece estranho? E é!
Alimentação: –
Dormida: Hotel
Hoje avançamos ainda mais para Norte e entramos num dos estados indianos mais carismáticos: o Punjab. Contudo, antes de subirmos para o comboio ainda temos tempo para uma visita guiada a alguns dos edifícios mais icónicos de Chandigarh, e assim contemplar e aprender um pouco mais acerca da arquitetura brutalista que torna esta cidade tão especial.
Uma vez chegados a Amritsar, já muito perto da fronteira da Índia com o Paquistão, instalamo-nos no nosso hotel e vamos dar uma volta nocturna pelo deslumbrante ex-libris da cidade, o centro espiritual da religião sikh: o Templo Dourado.
Alimentação: –
Dormida: Hotel
Voltamos de manhã ao Templo Dourado, para uma visita guiada em que vamos aprender mais acerca deste lugar tão especial. Vamos também conhecer a maior cozinha comunitária do mundo, chamada langar – funciona vinte e quatros horas por dia, sete dias por semana… e serve entre 50 a 100 mil refeições diariamente! Funciona à base de voluntariado, por isso a participação de toda a gente é apreciada. É uma operação de uma dimensão difícil de explicar, em que cerca de cinco mil pessoas comem ao mesmo tempo, em cada “turno”, mas vamos bem acompanhados e, além de aprendermos sobre as suas complexidades, vamos acabar sentados no chão com os outros peregrinos, a almoçar.
À tarde seguimos de táxi até Attari-Wagah, a famosa fronteira entre a Índia e o Paquistão onde todos os dias se realiza o desfile do render da guarda. Este evento único envolve marchas sincronizadas e uma série de esquemas e coreografias elaboradas, finalizando com o baixar das bandeiras de ambos os países e o encerramento dos portões que os separam. Apesar de simbolizar uma rivalidade entre irmãos, é também uma demonstração de respeito mútuo e do desejo de coexistência pacífica entre as duas nações vizinhas – e tornou-se uma parte essencial da experiência cultural dos visitantes de Amritsar. O ambiente é incrível, por vezes vamos ter a sensação de que estamos num estádio a puxar por uma equipa de futebol, outras pode parecer que estamos a assistir ao vivo a um espectáculo dos Monty Python. Só na Índia!
De volta a Amritsar, a seguir ao jantar apanhamos uns riquexós para a estação de comboios: vamos passar mais uma noite sobre carris, a caminho do Rajastão.
Alimentação: –
Dormida: Comboio
Quando olhares pela janela da carruagem, ao acordar, vais reparar que a paisagem mudou completamente: os campos cultivados do Punjab deram lugar a um postal mais árido e inóspito. Estamos perto do Deserto de Thar, no Rajastão.
Chegamos a Bikaner ao início da tarde – e depois do check in feito no hotel, vamos dar uma volta pelo centro da cidade. Passeamos por mercados que continuam iguais há séculos, visitamos templos e admiramos as fachadas tradicionais das casas da cidade. Ao fim da tarde vamos de riquexó até ao Karni Mata Temple, a 30km de Bikaner, conhecido por ser o lar de milhares de ratos. Os devotos chamam kaba a estes roedores e acreditam que são descendentes da deusa Karni Mata, uma reencarnação de Shakti. Atreves-te a entrar aqui com o Jorge?
Alimentação: –
Dormida: Guesthouse
De manhã visitamos o espectacular Junagarh Fort, do séc. XVI, com sete portões e uma muralha impressionante – e o único no Rajastão que não é construído numa colina. Conhecido por ser um autêntico tesouro arquitectónico e cultural, guarda nos seus palácios, templos e pavilhões uma invejável colecção de antiguidades, manuscritos, jóias, esculturas e armas.
À hora de almoço seguimos viagem, sobre carris, até Shekhawati – onde chegamos ao final da tarde.
Alimentação: –
Noite: Guesthouse
Conhecida por ser uma “galeria de arte ao ar livre”, Shekhawati é uma região do nordeste do Rajastão que foi governada pelos Rajputs de Shekhawat até à Independência da Índia. Por estar num ponto estratégico da Rota da Seda, a região conheceu grande prosperidade, principalmente quando comerciantes Merwari aqui se estabeleceram para negociar especiarias, algodão e ópio com as caravanas de camelos que passavam.
Hoje vamos explorar um pouco esta região, passeando de carro, de aldeia em aldeia, e conhecendo alguns havelis (mansões históricas), templos e palácios, que foram deixados ao abandono depois do declínio destas rotas comerciais.
Alimentação: –
Noite: Guesthouse
Depois de uma última volta matinal por havelis e pequenos tesouros arquitectónicos, seguimos viagem até Jaipur, aonde chegamos ao fim da tarde. Fazemos uma caminhada de reconhecimento pelo centro da cidade – e, quem quiser, pode vir com o Jorge assistir a um filme de Bollywood.
Alimentação: –
Dormida: Hotel
A capital do Rajastão é conhecida por “Cidade Rosa”, devido à cor com que muitos edifícios no centro foram pintados, em 1876, a propósito da visita do Príncipe de Gales. Hoje vamos conhecer alguns dos lugares mais icónicos da cidade, nomeadamente: o Hawa Mahal, ou Palácio da Brisa, com a sua fachada com cinco pisos e 950 janelas, que serviam para as senhoras da corte observar o bulício da rua discretamente, sem serem vistas pelas pessoas; o observatório astronómico Jantar Mantar, mandado construir pelo Marajá Jai Singh no início do século XVIII, que servia para medir o tempo, prever eclipses, estudar as órbitas das estrelas e planetas, etc; e, entre outros, o famoso Amber Fort, nos arredores da cidade, que é Património da Humanidade.
Ao fim da tarde prosseguimos viagem, de comboio, até Jodhpur.
Alimentação: –
Dormida: Guesthouse
Depois de uma “Cidade Rosa”, uma Azul. Jodhpur parece o cenário de um filme – e é, pois dezenas de filmes de Bollywood, e não só, foram aqui filmados. Este é um lugar rico em histórias, mistérios e superstição – que vamos conhecer enquanto deambulamos pelas fotogénicas ruas da cidade. O nosso passeio culmina no Forte Mehrangarh, construído numa colina sobre o casario pintado de azul. Vamos conhecer os seus palácios, terraços e cada canto e recanto – mas não sem antes experimentarmos alguns dos pitéus tradicionais de Jodhpur. Aqui, como em todos os lugares por onde passamos nesta viagem, come-se muito bem!
Alimentação: –
Dormida: Guesthouse
De manhã deixamos para trás a Cidade Azul, de minivan, para continuarmos a nossa viagem pelo Rajastão. O destino final de hoje é Udaipur, nas margens do lago Pichola, mas pelo caminho fazemos pelo menos duas paragens: primeiro num templo muito especial, o Bullet Baba, onde os devotos rezam a uma Royal Enfield; e depois no templo de Ranakpur, um dos mais importantes da religião Jain.
Alimentação: –
Dormida: Hotel
Fechamos a nossa viagem numa das cidades mais bonitas do Rajastão. Famosa pelos seus lagos, palácios e templos, Udaipur foi também cenário de um filme da saga 007 e surge constantemente em listas das cidades mais charmosas e românticas. Hoje vamos confirmar estes títulos com um passeio pelas suas ruelas e becos. Vamos explorar o maior palácio do Rajastão e assistir a um espectáculo de Gharohar, uma dança folclórica em que as mulheres equilibram até nove potes em cima da cabeça. E vamos participar no início das celebrações do Holi.
Alimentação: –
Dormida: Hotel
Hoje celebra-se o Holi, também conhecido por Festival das Cores. Vamos passar a manhã no epicentro do festival, numa das praças mais famosas de Udaipur, atirando pós coloridos ao ar, espalhando cor nos rostos de desconhecidos, visitando templos em ambiente de festa. Voltamos para o hotel à hora de almoço e tiramos a tarde para descansar num dos restaurantes em terraços com vista sobre a cidade.
Alimentação: –
Dormida: Hotel
Acaba hoje a nossa aventura pela Índia.
Alimentação: –
Dormida: –
INCLUI
- Acompanhamento do líder Trilhos da Terra durante toda a viagem
- Transfers de aeroporto (dentro das datas do programa)
- Alojamento durante todo o programa
- Transportes durante todo o programa
- Visita guiada ao Dhobi Ghat, em Bombaim
- Visita guiada às grutas de Ellora e Ajanta
- Bilhetes de acesso a todos os fortes, museus e monumentos visitados ao longo desta viagem
- Visita guiada ao Golden Temple, em Amritsar
- Acesso à cerimónia de render da bandeira, na fronteira da Índia com o Paquistão
EXCLUI
- Voos internacionais (preço indicativo 900€)
- Despesas pessoais como souvenirs, massagens, simcard, etc
- Alimentação (cerca de 20€ por dia)
- Gratificações à equipa local
- Flying Fox (slide junto ao forte de Joshpur – é opcional)
- Seguro pessoal
- Atividades não especificadas
- Outras despesas não mencionadas nas incluídas
























