Descrição
ROTA DA VIAGEM
O Jorge espera-te no aeroporto, de onde seguem para o centro da Cidade do México, essa mega metrópole de mariachis, taqueros e lutadores de lucha libre, entre outros mais de vinte milhões.
Alimentação: –
Dormida: Hotel
Reservámos quatro dias para conhecer alguns dos tesouros desta cidade que é muitos mundos no mesmo lugar… e, mesmo assim, vamos sair com a sensação de que passámos aqui pouco tempo. A capital do México (palavra que, na língua Nahuati, significa “o umbigo da lua”) foi palco, testemunha e cúmplice de revoluções, tragédias, coincidências, desencontros, milagres e mil e uma lendas, receitas e peripécias.
Situada a mais de dois mil metros de altitude, DF (como é conhecida pelos amigos) é muito mais do que um eufórico ponto no mapa. Sabias, por exemplo, que esta é a segunda cidade com mais museus, em todo o mundo? E nós vamos visitar alguns dos melhores: do devaneio art deco que é o Palácio das Bellas Artes à carismática Casa Frida Khalo, passando pelo espectacular Museu Nacional de Antropologia, o ultra moderno Soumaya e o pequeno mas “muy chido” Museu Mural Diego Rivera.
Contudo, e por muito vasta e diversa que seja a oferta de museus na Cidade do México, temos literalmente mais do que fazer por aqui, wey: vamos explorar mercados, bibliotecas, catedrais, jardins e cafés históricos. Vamos celebrar a identidade mexicana experimentando um festim de mil sabores e texturas. Vamos assistir a um ritual pré-hispânico dedicado a uma deusa azteca, combates de lucha libre, mariachis a cantar clássicos mexicanos, uma demonstração da Danza de los Voladores de Papantla – e, claro, ao colorido especial dos preparativos que marcam a contagem decrescente da cidade para o Dia de Muertos.
Vamos zocalear e descobrir o emaranhado de ruas, histórias e arte do centro da cidade, explorar bairros icónicos como Roma e Coyoacan – onde o Jorge morou durante quase um ano – e vamos também visitar Teotihuacán, um complexo arqueológico com cerca de dois mil anos, a cinquenta quilómetros do centro, que no seu tempo foi uma das maiores cidades do mundo e que é hoje composto pelas faraónicas ruínas de uma das mais impressionantes civilizações pré-hispânicas. Noutro dia, saímos para conhecer os canais de Xochimilco, que têm raízes ancestrais mas que hoje são um dos lugares preferidos dos chilangos para descontrair e divertirem-se… e é isso mesmo que vamos fazer, num divertido passeio de trajinera por estas vias aquáticas.
Concluindo: conhecer a capital do México é um verdadeiro desafio sensorial. Do pregão icónico da “niña de los fierros viejos” ao som inexplicável dos organillos; das suculentas fatias de ananás que são o remate perfeito dos tradicionais tacos al pastor até aos pecaminosamente deliciosos churros recheados de chocolate; do cheiro dos tamales nas bancas de rua ao côr-de-laranja berrante da flor cempasuchil, que por estes dias é omnipresente em todo o país.
Quanto a expressões como zocalear, wey, chilangos e trajineras, entre outras usadas neste texto, podíamos fazer meia dúzia de asteriscos e explicar aqui o que são, mas nada se compara a descobri-las “ao vivo”, enquanto se saboreia uma quesadilla regada por uma chela fresquinha.
Alimentação: –
Dormida: Hotel
Hoje deixamos a capital mexicana, de autocarro, e vamos dar uma volta mais para norte. São cinco horas de viagem até um “Pueblo Mágico” chamado Guanajuato – uma antiga cidade mineira onde chegou a ser produzida 20% da prata de todo o mundo! É património reconhecido pela Unesco desde 1988 e vamos aqui pernoitar duas noites.
Alimentação: –
Dormida: Hotel
O grande atractivo desta cidade é o próprio ambiente das suas ruas e a arquitectura dos seus edifícios, pelo facto de ter circulado aqui tanto dinheiro e influência. De um teatro “de ficar de queixo caído” a igrejas, palácios, conventos e uma universidade emblemática que parece tirada de um livro do Harry Potter, há de tudo um pouco. À noite, os estudantes organizam as chamadas callejoenadas – passeios pelas ruas e becos da cidade, num ambiente muito parecido com as nossas tunas, a cantar, a declamar poemas e a contar histórias sobre a cidade (Guanajuato é conhecida pelas suas lendas).
Visitamos a casa onde nasceu Diego Rivera, um museu dedicado ao Don Quixote e até um beco onde é tradição os casais se beijarem, para honrar uma lenda local.
Alimentação: –
Dormida: Hotel
Deixamos Guanajuato logo de manhã e regressamos de autocarro para a Cidade do México… mas não ficamos aqui. Seguimos viagem noutro autocarro para Puebla, uma charmosa cidade com uma herança colonial impressionante, que também é Património da Humanidade e fica a pouco mais de duas horas da capital.
Chegamos mesmo a tempo de dar uma volta de reconhecimento pelo centro e disfrutar de um jantar delicioso num dos muitos restaurantes tradicionais da cidade, que é famosa pela sua gastronomia típica, com pratos como o mole poblano, os tacos árabes e o chile en nogada.
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Dormida: Hotel
Começamos o nosso passeio matinal no Zócalo e na espectacular Catedral de Puebla, seguindo depois a calcorrear pelas ruas repletas de palácios coloniais, igrejas, conventos e museus. Visitamos a Igreja de Santo Domingo, conhecida por uma deslumbrante capela completamente forrada a ouro, de estilo barroco. Espreitamos a Biblioteca Palafoxiana, que dizem ser a mais antiga (e de certeza uma das mais bonitas) da América Latina. Experimentamos cemitas ao almoço, no mercado – e depois tomamos um digestivo típico de Puebla, antes de dar uma última volta pelo Callejon de Los Sapos, famoso pelas suas lojas de antiguidades e galerias de arte, onde poderemos encontrar as tradicionais talaveras poblanas e outros tesouros para levar como lembrança desta visita.
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Dormida: Guesthouse
Hoje voltamos à estrada para uma viagem de quase sete horas, de autocarro, até Oaxaca. Chegamos a tempo de jantar.
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Dormida: Guesthouse
Reservámos dois dias inteiros em Oaxaca, para assim conseguirmos uma autêntica imersão na cultura, história e culinária desta cidade encantadora. Começamos o primeiro dia com um pequeno-almoço num dos cafés tradicionais do centro histórico, onde não pode faltar um chocolate quente. De seguida, caminhamos pelas ruas empedradas até à Catedral de Oaxaca – e daí até ao exuberante Jardim Etnobotânico, que abriga uma impressionante coleção de plantas nativas da região. Ao almoço experimentamos tlayudas – uma das especialidades da região – e depois continuamos o nosso passeio por entre o colorido dos edifícios coloniais com as suas paredes decoradas com street art, visitando lojas de artesanato, galerias de arte, experimentando nieves… e, claro, em Oaxaca não pode faltar uma mezcalito. Vai um brinde?
No segundo dia vamos de autocarro até às ruínas arqueológicas do Monte Albán, vestígios de uma antiga cidade zapoteca situada numa colina com vistas deslumbrantes sobre o vale em baixo. Exploramos as suas pirâmides, templos e praças… e no regresso ao centro da cidade, almoçamos no Mercado 20 de Noviembre, um dos mais icónicos da cidade, repleto de cores, sabores e aromas vibrantes; e visitamos o Museu de las Culturas de Oaxaca, no mosteiro contíguo ao Templo de Santo Domingo.
Seguimos viagem à noite, num autocarro nocturno para Chiapas.
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Dormida: Guesthouse
Chegamos de manhãzinha a Tuxtla Gutierrez, provavelmente ainda meio azoados da noite passada no autocarro, e seguimos de táxi até Chiapa de Corzo – o Pueblo Mágico que serve de base para o passeio de barco que vamos fazer, depois de tomarmos o pequeno-almoço, pelo Sumidero Canyon. Passamos a manhã entre paredes rochosas que se elevam centenas de metros acima do nível do rio e teremos a oportunidade de avistar aves tropicais, macacos e crocodilos, além da vegetação exuberante que cresce nas encostas do desfiladeiro – e a impressionante formação rochosa conhecida como El Árbol de Navidad.
A seguir ao passeio de barco, há ainda tempo para dar uma volta pela vila. Depois almoçamos e seguimos de minivan, quase duas horas a serpentear pela montanha acima, até à encantadora San Cristobal de las Casas – San Cris, para os amigos – aonde chegamos ao fim da tarde.
Alimentação: –
Dormida: Hotel
Não te esqueças de trazer um agasalho, porque San Cristobal de las Casas fica a mais de 2000m de altitude, num planalto rodeado de pinheiros e nevoeiro. Vamos passar aqui dois dias, passeando pelas suas ruas em empedrado, visitando antigos conventos, alguns dos melhores mercados de artesanato do país – e, como no resto do México, comemos sempre muuuito bem. Vamos também visitar San Juan Chamula, uma aldeia autónoma nos arredores de San Cristobal, habitada por Maias Tzotzil (uma etnia de Chiapas muito fiel às suas tradições) e famosa pela sua igreja, onde os rituais praticados misturam crenças católicas com costumes ancestrais pré-hispânicos; e Zinacantán, uma aldeia conhecida pelo seu artesanato, nomeadamente os coloridos têxteis tradicionais dos Tzotzil.
A nossa estadia em San Cristobal de las Casas coincide com as comemorações do Dia de Muertos, provavelmente o mais conhecido do riquíssimo calendário de festivais mexicanos. As ruas e praças ganham um colorido muito especial, decoradas com calaveras, flores de cempasuchil e altares impressionantes, conhecidos como “ofrendas” – que são homenagens aos antepassados falecidos, repletos de flores, velas, fotografias e até a comida favorita dos que se foram, criando uma atmosfera repleta de respeito e reverência.
Alimentação: –
Noite: Hotel
Arrancamos de madrugada, hoje, ainda antes do sol nascer, e serpenteamos pelo México adentro, de minivan, rodeados pela exuberante selva chiapaneca e vistas deslumbrantes, em direção a Palenque. A meio da manhã, visitamos as cascatas de Agua Azul, conhecidas pelas suas águas azul turquesa. Caminhamos pelos trilhos à volta… e, se o tempo o permitir, podemos até dar um mergulho e nadar nas suas piscinas naturais.
Paramos novamente à hora de almoço, para conhecer a impressionante cascata de Misol Ha, uma queda de água que se projeta de uma altura de mais de 35 metros – e aproveitamos para comer aqui, antes da última etapa desta jornada.
Chegamos a Palenque a meio da tarde, registamo-nos no nosso hotel e descansamos até à hora de jantar, rodeados dos sons da selva.
Alimentação: –
Noite: Hotel
Esta manhã vamos encarnar o Indiana Jones que temos dentro de nós, ao explorar as misteriosas ruínas de Palenque, uma cidade maia com mais de dois milénios. Vamos impressionar-nos com a mística, a arquitetura, os relevos e os detalhes do Templo das Inscrições, o Palácio e o Templo do Sol, entre outros vestígios desta civilização extraordinária.
Regressamos ao hotel à hora do almoço e, depois de fazermos o checkout, voltamos à estrada e prosseguimos a nossa viagem até Campeche. Mar à vista, finalmente! São cinco horas de viagem, ao todo, por isso chegamos ao nosso destino quando já estiver a cair a noite.
Alimentação: –
Dormida: Hotel
Declarada Património da Humanidade em 1999, Campeche é uma cidade encantadora localizada na costa sudoeste da Península de Yucatán. Fundada em 1540 por colonizadores espanhóis, a cidade possui uma rica herança colonial e é conhecida pelas suas impressionantes fortificações, construídas no século XVII para proteger a cidade contra ataques de piratas e corsários.
De manhã vamos ao mercado provar lechon tostado campechano, uma das iguarias da cidade. Depois passeamos pelas tranquilas ruas de arquitetura colonial, visitamos o centro, passeamos no Malecón, comemos pampano (peixe) ao almoço e, a meio da tarde, seguimos de autocarro até Mérida. São duas horas de viagem, por isso chegamos ao nosso destino a tempo de “zocalear”, como dizem os locais; e de experimentar, a seguir ao jantar, as famosas marquesitas.
Alimentação: –
Dormida: Hotel
Hoje não há autocarros nem minivan: vamos ficar todo o dia na capital do Yucatán, que é uma cidade de mansões, palácios e uma herança colonial invejável, além de uma gastronomia absolutamente divinal, que resulta de uma fusão deliciosa de sabores e ingredientes locais com influências espanholas, caribenhas e maias.
De manhã, vamos ao mercado provar cochinita pibil – um prato típico feito com carne de porco marinada numa mistura de sumo de laranja amarga, achiote, alho e outras especiarias, depois cozida lentamente num forno subterrâneo chamado de “pib” – e visitar um museu dedicado exclusivamente à cultura maia.
À tarde, caminhamos pelo elegante Paseo de Montejo, uma longa alameda inspirada nos Campos Elíseos, de Paris; visitamos a Catedral de São Ildefonso, a Plaza Grande, o Palácio do Governo… e, pelo caminho, descobrimos uma tradição muito peculiar nos cruzamentos do centro histórico de Mérida.
E, ao jantar, poderemos experimentar poc chuc, sopa de lima, panuchos ou papadzules – algumas das muitas especialidades do Yucatán.
Alimentação: –
Dormida: Hotel
A nossa aventura está a chegar ao fim, mas o México ainda tem uns trunfos na manga – ainda há espaço (e tempo) para meia dúzia de uaus! Hoje deixamos Mérida de manhãzinha, num minibus, e vamos até Chichen Itzá, a mais famosa (e provavelmente a mais impressionante) cidade maia do país. Começamos pela icónica Pirâmide de Kukulcán, também conhecida como El Castillo, construída pelos maias há cerca de mil anos em homenagem ao deus Kukulcán, ou a Serpente Emplumada.
O nosso guia local levar-nos-á também a lugares como o Estádio do Jogo de Pelota, o Templo de Los Jaguares, o Templo de Los Guerreros, a Praça das Mil Colunas e o Observatório, entre outros.
Toda a envolvente arqueológica é impressionante, aqui. Também é muito turística, sem dúvida – mas o que seria de esperar, de uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo? Vale a pena, é um deslumbre.
À tarde seguimos viagem, em minibus, para Valladolid. A viagem é curta, menos de uma hora, por isso ainda vamos dar uma volta pelas ruas coloridas da cidade, do Zócalo até à Calzada de los Frailes, uma rua pitoresca repleta de lojas de artesanato e cafés cheios de charme.
Alimentação: –
Dormida: Hotel
A viagem ao México acaba hoje, é verdade… mas ainda temos tempo para um último programa. Despedimo-nos deste país incrível com uns mergulhos nas águas frescas de um cenote, logo de manhã; e à tarde seguimos viagem para Cancún, de onde o grupo regressa para Portugal.
Quem quiser, pode ficar mais uns dias de papo para o ar (por sua conta), em alguma praia da Riviera Maya.
Alimentação: –
Dormida: –
INCLUI
- Acompanhamento do líder Trilhos da Terra durante toda a viagem
- Transfers de aeroporto (dentro das datas do programa)
- Alojamento durante todo o programa
- Transportes durante todo o programa
- Passes de acesso às ruínas de Chichen Itzá, Teotihuacán, Palenque e Monte Alban
- Guia local em Chichen Itzá e Teotihuacán
- Bilhetes de acesso à Casa Frida Khalo e todos os museus visitados na viagem
- Visita guiada ao Jardim Etno-botânico de Oaxaca
- Passeio de barco no Sumidero Canyon, em Chiapa de Corzo
- Bilhetes de acesso às cascatas e cenotes visitados
EXCLUI
- Voos internacionais (preço indicativo 1000€)
- Despesas pessoais como souvenirs, massagens, simcard, etc
- Bilhete para espectáculo de lucha libre na Cidade do México (opcional)
- Alimentação (cerca de 30€ por dia)
- Gratificações à equipa local (cerca de 30€, ao todo)
- Seguro pessoal
- Atividades não especificadas
- Outras despesas não mencionadas nas incluídas





















