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México

Dia de Muertos
1ª data - 26 de Outubro a 13 de Novembro (esgotado)

¡Bienvenidos a esta odisseia épica pelos tesouros culturais, históricos e naturais do México! Ao longo de 19 dias, vamos experienciar um vibrante turbilhão de cores, sabores e experiências, da agitação cosmopolita da Cidade do México até às extraordinárias ruínas de Chichen Itzá e à comemoração do Dia de Muertos, na lindíssima Guanajuato. Cada momento desta aventura é como uma piñata cheia de surpresas, e um testemunho da riquíssima herança cultural e da calorosa hospitalidade mexicana.

O Jorge recebe os nossos viajantes na Cidade do México, essa frenética metrópole de mariachis, lutadores de luta libre, taqueros e a Frida Khalo, entre mais de vinte milhões de almas. São três dias imparáveis que vão saber a pouco. Vamos experimentar tacos al pastor, churros, quesadillas, gorditas, tamales e gringas; vamos conhecer museus, igrejas, ruínas, mercados, praças, murais, parques, lojas, restaurantes e até alguns recantos secretos – ou não tivesse o Jorge vivido aqui durante quase um ano. 

Da capital seguimos para a mágica Guanajuato, cujas ruas sinuosas e românticas se transformam numa festa durante o Dia de Muertos, esse festival icónico que faz parte do imaginário de todos os viajantes, com calaveras e oferendas por todo o lado; e festividades que fazem os fantasmas de outros países roer-se de inveja! Prepara-te para celebrar a vida (e a morte) de uma forma verdadeiramente mexicana, com muita cor, música e, quem sabe, uma aparição ou duas.

A viagem continua e passamos por Puebla e Oaxaca, duas cidades com legados coloniais riquíssimos, mas com identidades próprias bem vincadas, também. Na primeira visitamos uma capela forrada a ouro, a biblioteca mais antiga das Américas e uma das igrejas mais impressionantes do país. Na última, passeamos entre cactos e plantas endémicas no Jardim Etno botânico, visitamos galerias de arte, mercados e mosteiros, exploramos as espetaculares ruínas zapotecas de Monte Alban. Em ambas deliciamo-nos com um festim de iguarias, do chocolate quente aos famosos moles, tlayudas, cemitas e mezcal… alguns nomes podem ainda não dizer-te muito, mas acredita que vais ficar a salivar por mais. 

Depois de uma noite bem aconchegados num autocarro nocturno, chegamos ao estado de Chiapas e fazemos um passeio de barco no Sumidero Canyon. Subimos a montanha e descobrimos a encantadora San Cristobal de las Casas – “San Cris” para os amigos. Aqui, o nevoeiro abraça a arquitectura colonial, numa combinação cheia de charme que só fica mais rica com a identidade forte das suas comunidades indígenas. O artesanato dos mercados de San Cris é imbatível; e a insólita Igreja de San Juan Chamula, onde o padre foi expulso há muitos anos e agora se reza de acordo com as tradições do povo tzotzil, é de visita obrigatória.

De San Cris descemos até Palenque, onde nos maravilhamos com cascatas rodeadas pela selva tropical (quem sabe, até damos uns mergulhos) e visitamos as impressionantes ruínas maias com mais de dois mil anos; e Campeche, uma cidade à beira-mar, rodeada por uma fortaleza, que viu passar conquistadores espanhóis, agricultores maias, piratas ingleses e turistas de todas as nacionalidades.

A aventura entra na recta final e entramos no Yucatan, onde vamos conhecer Mérida, Chichen Itzá e Valladolid. A primeira é uma cidade colonial cheia de encantos, recantos e sabores exóticos. A segunda dispensa apresentação, ou não fosse o monumento mais visitado de todo o México. E a última é a cereja em cima do bolo, nesta viagem: um “Pueblo Mágico” de ruas coloridas e pacatas, com dezenas de cenotes por perto, onde vamos dar uns refrescantes mergulhos, antes de voltar para Portugal.

Apetecia mais 20 dias? É voltar outro dia, porque o México é enorme e não faltam lugares para visitar e experiências para viver. Seja como for, estes não desiludem: o nosso itinerário foi meticulosamente planeado, de forma conseguir o melhor que o país tem para oferecer: paisagens deslumbrantes e uma herança cultural invejável, uma gastronomia colorida, variada, deliciosa e às vezes picante, um povo hospitaleiro e cortês, música por todo o lado – numa mistura irresistível de História, folclore, sorrisos… e tequila!

Aproximação CULTURAL
Da frenética, cosmopolita Cidade do México aos Pueblos Mágicos e às várias ruínas que vamos visitar, esta viagem permite um contacto privilegiado com a cultura, tradições e histórias do país. O festival que serve de mote para esta edição é, por si só, uma experiência de profunda imersão cultural – mas não é só no Dia de Muertos que nos permitimos imbuir dos coloridos, saborosos e intensos estímulos da “mexicanidade”: a cada refeição viajamos um pouco mais pelos lugares onde já estamos; a cada passo somos acompanhados de uma paisagem musical que é muito mais do que só uma banda sonora: é património, é identidade.
Exigência FÍSICA
Vamos caminhar muito. Esta não é uma viagem de trekking, mas seja pelas características do trajeto como pela personalidade do líder, vamos caminhar muito. Seja no frenesim da cidade ou na tranquilidade do campo, rodeado de ruínas maias ou imponentes casas coloniais, a média de passos, ao final do dia, vai surpreender. Fora isso, não é uma viagem especialmente exigente. As viagens de autocarro podem ser cansativas, por vezes, mas permitem-nos apreciar a mudança da paisagem, contactar com os locais e sentir que estamos a cumprir território. Mas não te preocupes: os autocarros são confortáveis, no México, e as estradas estão em bom estado.
CONFORTO
A noite passada no autocarro é o maior desafio desta viagem, a nível de conforto. Salvo esta exceção, dormimos sempre em hotéis e guesthouses que, por muito castiços que sejam, oferecem mais do que só o mínimo. Temos quase sempre acesso à internet, também.
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Descrição

ROTA DA VIAGEM

O Jorge vai estar à tua espera no aeroporto, de onde seguem para o centro histórico da Cidade do México. Temos três dias nesta metrópole de mariachis, taqueros e lutadores de lucha libre, entre outros vinte milhões; e vamos experimentar algumas delícias locais, como o taco al pastor, os churros ou as quesadillas; e conhecer mil e um encantos e recantos deste frenético bocadinho de mundo, ou não tivesse o nosso líder vivido aqui durante quase um ano.

Se o grupo chegar a tempo ainda vamos ver os mariachis à Plaza Garibaldi.

Alimentação: –
Dormida: Hotel

Sabias que a palavra “Mexico” significa, na língua Nahuati, “o umbigo da lua”?

Os primeiros dias desta viagem são para conhecermos os tesouros da capital do país… e, mesmo assim, vamos sair com a sensação de que foi pouco tempo. A Cidade do México é um mundo, e é para voltar. Testemunha de revoluções, tragédias, coincidências, milagres e mil e uma histórias, há quem diga que DF (assim lhe chamam os amigos) é a segunda cidade com mais museus, em todo o mundo. Além disso, só a sua gastronomia é uma viagem per se.

Hoje começamos pelo centro e visitamos o espectacular Palácio das Bellas Artes e o Museu Mural Diego Rivera; e depois seguimos de metro para Coyoacán, o bairro onde o Jorge morou – e a Frida Khalo também. Almoçamos e passeamos pelo bairro, visitamos o seu mercado e conhecemos o Museu Casa Frida Khalo. Ao final da tarde ainda assistimos a um ritual pré-hispânico dedicado a uma deusa azteca, no centro da vila – e voltamos à noite para o centro.

Alimentação: –
Dormida: Hotel

De manhã, saímos de autocarro para uma volta até aos arredores da cidade, onde vamos conhecer as faraónicas ruínas de uma das mais impressionantes civilizações pré-colombianas. Teotihuacán é um complexo arqueológico fascinante, com cerca de dois mil anos – no seu tempo, foi uma das maiores cidades do mundo.

O passeio guiado pelas ruínas começa pela Pirâmide do Sol, a terceira maior do mundo, que domina o horizonte com a sua presença imponente. Segue-se uma caminhada pela Calçada dos Mortos, a principal via ceremonial que atravessa a cidade antiga. Ao longo do caminho, a nossa guia partilhará histórias, curiosidades e todo o tipo de informação acerca da cultura e arquitetura desta fascinante civilização, que floresceu entre os séculos I a.C. e VIII d.C.

Vamos também conhecer a Pirâmide da Lua, a Cidadela e as ruínas de palácios e templos ao longo do caminho – e à tarde voltamos para o centro da Cidade do México onde poderemos visitar um mercado ou dar algum passeio, conforme o tempo disponível.

Alimentação: –
Dormida: Hotel

Começamos este dia por uma volta matinal no Zócalo, o centro de CDMX – e daqui vamos conhecer melhor as histórias que contam as ruas e os recantos à volta. Espreitamos os icónicos vitrais art nouveau do centenário Gran Hotel Ciudad de México, entramos na Catedral Metropolitana e visitamos os inacreditáveis murais de Diego Rivera no Palácio Nacional e no Colégio de Santo Ildefonso.

Almoçamos no centro e seguimos para Chapultepec, onde vamos visitar o Museu Nacional de Antropologia. O seu fantástico acervo é a mais completa forma de encerrar esta introdução à jornada de conhecimento e descoberta que vamos fazer pelo México, nesta viagem. Teremos ainda a oportunidade de assistir a uma demonstração da Danza de los Voladores de Papantla, mesmo em frente ao museu.

Ao fim da tarde damos uma volta e jantamos no bairro de Roma Norte.

Alimentação: –
Dormida: Hotel

Hoje deixamos a capital mexicana, de autocarro, e vamos dar uma volta mais para norte. São cinco horas de viagem até um “Pueblo Mágico” chamado Guanajuato – uma antiga cidade mineira onde chegou a ser produzida 20% da prata de todo o mundo!

Alimentação: –
Dormida: Hotel

O grande atrativo desta cidade é o próprio ambiente das suas ruas e a arquitetura que aqui se desenvolveu, pelo facto de ter circulado tanto dinheiro e influência. De um teatro “de ficar de queixo caído” a igrejas, palácios, conventos e uma universidade emblemática que parece tirada de um livro do Harry Potter, há de tudo um pouco. À noite, os estudantes organizam as chamadas callejoenadas – passeios pelas ruas e becos da cidade, num ambiente muito parecido com as nossas tunas, a cantar, a declamar poemas e a contar histórias sobre a cidade (Guanajuato é conhecida pelas suas lendas).

Visitamos a casa onde nasceu Diego Rivera, um museu dedicado ao Don Quixote e até um beco onde é tradição os casais se beijarem para honrar uma lenda local.

À medida que o Dia de Muertos se aproxima, as ruas e praças de Guanajuato ganham vida com uma explosão de cores, decoradas com calaveras, flores de cempasúchil e altares impressionantes, conhecidos como “ofrendas” – que são homenagens aos antepassados falecidos, repletas de flores, velas, fotografias e até a comida favorita dos que se foram, criando uma atmosfera repleta de respeito e reverência.

Alimentação: –
Dormida: Hotel

Guanajuato celebra hoje, como todo o México, o Dia de Muertos, esse festival icónico homenageado por filmes como “Coco” ou “007 Spectre”. É uma celebração verdadeiramente única, que mistura tradições culturais, memórias e um respeito emocionante aos antepassados. A cidade, com as suas ruas estreitas e casas coloridas, torna-se o cenário perfeito para esta festividade ancestral.

Durante o Dia de Muertos, as famílias mexicanas reúnem-se nos cemitérios para limpar e decorar os túmulos dos seus entes queridos, enquanto partilham histórias e memórias. Nós vamos também visitar um cemitério e testemunhar este ambiente tão comovente; e à noite acompanhamos os desfiles que enchem as ruas de vida e cor. Há música tradicional mexicana a ressoar pelos becos estreitos e os moradores vestem-se com fantasias elaboradas de caveiras e esqueletos, enquanto dançam e celebram a vida – quem quiser, pode também pintar-se e assim integrar-se ainda mais na festa.

Alimentação: – 

Dormida: Hotel

Deixamos Guanajuato logo de manhã e regressamos de autocarro para a Cidade do México… mas não ficamos aqui. Seguimos viagem noutro autocarro para Puebla, uma charmosa cidade com uma herança colonial impressionante, que é Património da Humanidade e que fica a pouco mais de duas horas de estrada.

Chegamos a Puebla ao fim da tarde, mesmo a tempo de dar uma volta pelo centro e ir até à Calle de los Dulces, onde poderemos provar algumas das sobremesas tradicionais da região. E por falar em comida, à noite desfrutaremos de um jantar delicioso num dos muitos restaurantes tradicionais da cidade, que é famosa pela sua gastronomia típica, com pratos como o mole poblano, os tacos árabes e o chile em nogada.

Alimentação: –

Dormida: Hotel

Começamos o nosso passeio matinal no Zócalo e na espectacular Catedral de Puebla, seguindo depois a calcorrear pelas ruas repletas de palácios coloniais, igrejas, conventos e museus. Visitamos a Igreja de Santo Domingo, conhecida por uma deslumbrante capela completamente forrada a ouro, de estilo barroco. Espreitamos a Biblioteca Palafoxiana, que dizem ser a mais antiga (e de certeza uma das mais bonitas) da América Latina. Experimentamos cemitas ao almoço, no mercado – e depois tomamos um digestivo típico de Puebla, antes de dar uma última volta pelo Callejon de Los Sapos, famoso pelas suas lojas de antiguidades e galerias de arte, onde poderemos encontrar as tradicionais talaveras poblanas e outros tesouros para levar como lembrança desta visita a Puebla.

Ao início da tarde voltamos à estrada, num autocarro até Oaxaca. São quase sete horas a ver o México a passar pela janela. Chegamos a tempo de jantar.

Alimentação: –

Dormida: Guesthouse

Reservámos dois dias inteiros em Oaxaca, para assim conseguirmos uma autêntica imersão na cultura, história e culinária desta cidade encantadora. Começamos este primeiro dia com um pequeno-almoço num dos cafés tradicionais do centro histórico, onde não pode faltar um chocolate quente. De seguida, caminhamos pelas ruas empedradas até à Catedral de Oaxaca – e daí até ao exuberante Jardim Etnobotânico, que abriga uma impressionante coleção de plantas nativas da região.

Ao almoço experimentamos tlayudas – uma das especialidades da região – e depois continuamos o nosso passeio por entre o colorido dos edifícios coloniais com as suas paredes decoradas com street art, visitando lojas de artesanato, galerias de arte, experimentando nieves… e, claro, em Oaxaca não pode faltar uma mezcal. Vai um brinde?

Cai a noite e vamos jantar, provamos os famosos moles e bebemos mais um mezcalito num dos muitos bares do centro histórico.

Alimentação: –

Dormida: Guesthouse

Hoje de manhã vamos de autocarro até às ruínas arqueológicas do Monte Albán, vestígios de uma antiga cidade zapoteca situada numa colina com vistas deslumbrantes sobre o vale em baixo. Exploramos as suas pirâmides, templos e praças… e no regresso ao centro da cidade, almoçamos no Mercado 20 de Noviembre, um dos mais icónicos da cidade, repleto de cores, sabores e aromas vibrantes; e visitamos o Museu de las Culturas de Oaxaca, no mosteiro contiguo ao Templo de Santo Domingo.

Seguimos viagem à noite, num autocarro noturno para Chiapas.

Alimentação: – 

Dormida: Night Bus

Depois de uma noite bem aconchegados no autocarro noturno, chegamos de manhãzinha a Tuxtla Gutierrez, de onde seguimos de táxi até Chiapa de Corzo – o Pueblo Mágico que serve de base para o passeio matinal que vamos fazer, de barco, pelo Sumidero Canyon, entre paredes rochosas de tirar o fôlego, que se elevam centenas de metros acima do nível do rio. Teremos a oportunidade de avistar aves tropicais, macacos e crocodilos, além da vegetação exuberante que cresce nas encostas do desfiladeiro – e a impressionante formação rochosa conhecida como El Árbol de Navidad.

Ainda temos tempo para dar uma voltinha por Chiapa de Corzo, a seguir ao passeio de barco. Almoçamos e seguimos de minivan, montanha acima, até chegarmos à encantadora San Cristobal de las Casas – San Cris, para os amigos. São quase duas horas de estrada até podermos, finalmente, descansar um pouco.

Alimentação: –

Dormida: Hotel

Não te esqueças de trazer um agasalho, porque San Cristobal de las Casas fica a mais de 2 000 metros de altitude, num planalto rodeado de pinheiros e nevoeiro. Hoje vamos passear pelas suas ruas em empedrado, visitamos antigos conventos, um dos melhores mercados de artesanato do país – e, como no resto do México, comemos maravilhosamente bem.

À tarde visitamos San Juan Chamula, uma aldeia autónoma nos arredores de San Cristobal, habitada por Maias Tzotzil, uma etnia de Chiapas muito fiel às suas tradições. A igreja local é famosa por misturar práticas católicas com costumes pré-hispânicos – visitá-la é uma experiência única.

Alimentação: –

Noite: Hotel 

Arrancamos de madrugada, hoje, ainda antes do sol nascer, e serpenteamos pelo México adentro, de minivan, rodeados pela exuberante selva chiapaneca e vistas deslumbrantes, em direção a Palenque. A meio da manhã, visitamos as cascatas de Agua Azul, conhecidas pelas suas águas azul turquesa. Caminhamos pelos trilhos à volta… e, se o tempo o permitir, podemos até dar um mergulho e nadar nas suas piscinas naturais.

Paramos novamente à hora de almoço, para conhecer a impressionante cascata de Misol Ha, uma queda de água que se projeta de uma altura de mais de 35 metros – e aproveitamos para comer aqui, antes da última etapa desta jornada.

Chegamos a Palenque a meio da tarde, registamo-nos no nosso hotel e descansamos até à hora de jantar, rodeados dos sons da selva.

Alimentação: –

Noite: Hotel

Esta manhã vamos encarnar o Indiana Jones que temos dentro de nós, ao explorar as misteriosas ruínas de Palenque, uma cidade maia com mais de dois milénios. Vamos impressionar-nos com a mística, a arquitetura, os relevos e os detalhes do Templo das Inscrições, o Palácio e o Templo do Sol, entre outros vestígios desta civilização extraordinária.

Regressamos ao hotel à hora do almoço e, depois de fazermos o checkout, voltamos à estrada e prosseguimos a nossa viagem até Campeche. Mar à vista, finalmente! São cinco horas de viagem, ao todo, por isso chegamos ao nosso destino quando já estiver a cair a noite.

Alimentação: –

Dormida: Hotel

Declarada Património da Humanidade em 1999, Campeche é uma cidade encantadora localizada na costa sudoeste da Península de Yucatán. Fundada em 1540 por colonizadores espanhóis, a cidade possui uma rica herança colonial e é conhecida pelas suas impressionantes fortificações, construídas no século XVII para proteger a cidade contra ataques de piratas e corsários.

De manhã vamos ao mercado provar lechon tostado campechano, uma das iguarias da cidade. Depois passeamos pelas tranquilas ruas de arquitetura colonial, visitamos o centro, passeamos no Malecón, comemos pampano (peixe) ao almoço e, a meio da tarde, seguimos de autocarro até Mérida. São duas horas de viagem, por isso chegamos ao nosso destino a tempo de “zocalear”, como dizem os locais; e de experimentar, a seguir ao jantar, as famosas marquesitas.

Alimentação: –

Dormida: Hotel

Hoje não há autocarros nem minivan: vamos ficar todo o dia na capital do Yucatán, que é uma cidade de mansões, palácios e uma herança colonial invejável, além de uma gastronomia absolutamente divinal, que resulta de uma fusão deliciosa de sabores e ingredientes locais com influências espanholas, caribenhas e maias.

De manhã, vamos ao mercado provar cochinita pibil – um prato típico feito com carne de porco marinada numa mistura de sumo de laranja amarga, achiote, alho e outras especiarias, depois cozida lentamente num forno subterrâneo chamado de “pib” – e visitar um museu dedicado exclusivamente à cultura maia.

À tarde, caminhamos pelo elegante Paseo de Montejo, uma longa alameda inspirada nos Campos Elíseos, de Paris; visitamos a Catedral de São Ildefonso, a Plaza Grande, o Palácio do Governo… e, pelo caminho, descobrimos uma tradição muito peculiar nos cruzamentos do centro histórico de Mérida.

E, ao jantar, poderemos experimentar poc chuc, sopa de lima, panuchos ou papadzules – algumas das muitas especialidades do Yucatán.

Alimentação: –

Dormida: Hotel

A nossa aventura está a chegar ao fim, mas o México ainda tem uns trunfos na manga – ainda há espaço (e tempo) para meia dúzia de uaus! Hoje deixamos Mérida de manhãzinha, num minibus, e vamos até Chichen Itzá, a mais famosa (e provavelmente a mais impressionante) cidade maia do país. Começamos pela icónica Pirâmide de Kukulcán, também conhecida como El Castillo, construída pelos maias há cerca de mil anos em homenagem ao deus Kukulcán, ou a Serpente Emplumada.

O nosso guia local levar-nos-á também a lugares como o Estádio do Jogo de Pelota, o Templo de Los Jaguares, o Templo de Los Guerreros, a Praça das Mil Colunas e o Observatório, entre outros.

Toda a envolvente arqueológica é impressionante, aqui. Também é muito turística, sem dúvida – mas o que seria de esperar, de uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo? Vale a pena, é um deslumbre.

À tarde seguimos viagem, em minibus, para Valladolid. A viagem é curta, menos de uma hora, por isso ainda vamos dar uma volta pelas ruas coloridas da cidade, do Zócalo até à Calzada de los Frailes, uma rua pitoresca repleta de lojas de artesanato e cafés cheios de charme.

Alimentação: –

Dormida: Hotel

A viagem ao México acaba hoje, é verdade… mas ainda temos tempo para um último programa. Despedimo-nos deste país incrível com uns mergulhos nas águas frescas de um cenote, logo de manhã; e à tarde seguimos viagem para Cancún, de onde o grupo regressa para Portugal.

Quem quiser, pode ficar mais uns dias de papo para o ar (por sua conta), em alguma praia da Riviera Maya.

Alimentação: –

Dormida: –

Preço2370€/pessoa
Total 18 noites15 noites Hotel (quarto duplo); 1 noite em Nightbus; 2 noites em guesthouse
AtividadesDescoberta cultural
TransportesAutocarro, Carrinha Privada, nightbus
ReservasGrupo 6 a 12 pessoas
INCLUI
EXCLUI
LÍDER DE VIAGEM

Jorge Vassallo

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