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Mongólia

Império do Eterno Céu Azul
1ª data - 08 a 25 de Agosto (esgotado)
2ª data - 25 de Agosto a 11 de Setembro (esgotado)
3ª data - 22 de Setembro a 09 de Outubro (esgotado)

A beleza do “Império do Eterno Céu Azul”, de Gengis Khan, ou, também conhecido por Mongólia é absolutamente esmagadora.

Fecha os olhos e imagina que estás debaixo de um imenso céu azul, em plena luz do dia, maravilhando-te com a sua grandeza. Imagina-te num cenário de horizonte infinito dando largas a um dos sentimentos mais poderosos do mundo, a evasão e liberdade. Estás na Mongólia.

Viajar na Mongólia dá-nos uma sensação de liberdade e espaço que parece envolver a alma. Diria que é o sentimento mais profundo de viagem que se pode sentir. No entanto, é à noite que o céu mongol se revela no seu máximo esplendor, com um espetáculo magnífico de estrelas cintilantes e a Via Láctea estendendo-se até onde a vista alcança. É arrebatador!

Quando mergulhamos na cultura e história da Mongólia, é impossível ignorar o legado deixado pelo grande império liderado por Gengis Khan. Era conhecido como um senhor da guerra, mas também era admirado pela sua sabedoria e habilidade política.

A Mongólia, pela sua centralização e riqueza histórica e cultural, é considerada o coração da Ásia Central, onde podemos vivenciar de perto uma beleza celestial sem igual, dormindo junto a famílias nas suas tradicionais tendas mongóis, os chamados gers (yurts).

Vamos experienciar um país onde um modo de vida nómada e ancestral ainda perdura, e conheceremos pessoas resilientes, tão acolhedores quanto podem ser. Podemos não falar o mesmo idioma, mas a linguagem do bem acolher, eles dominam, e rapidamente perceberás que não precisamos falar a mesma língua.

Viajar pela Mongólia é ter uma verdadeira viagem de exploração! Descobrimos o norte, o centro e o sul deste país. Fazemos esta expedição a bordo de veículos icónicos, os incríveis e brutais UAZ. Mas para o fim da viagem ainda vamos ter a oportunidade de passar uma noite numa carruagem de comboio na linha transmongoliana.

Uma cultura que te vai encantar desde que aterras em solo mongol, a diversidade religiosa entre o xamanismo e o budismo vai aguçar a tua curiosidade, as vistas deslumbrantes e as experiências inesquecíveis, a Mongólia é um verdadeiro tesouro à espera de ser descoberto por ti e que te marcará com memórias que ficarão gravadas eternamente.

O céu é infinito e a história envolvente.

Aproximação CULTURAL
Durante a nossa viagem, teremos a oportunidade de vivenciar momentos autênticos com famílias nómadas, mergulhando em diferentes realidades espirituais, incluindo o budismo e o xamanismo.
Exigência FÍSICA
Serão realizadas pequenas caminhadas proporcionando uma experiência física leve a moderada.
CONFORTO
Esta viagem é caracterizada por alojamentos bastante simples e rudimentares. Passaremos 11 noites em gers, as tradicionais tendas mongóis, pertencentes a famílias locais, querendo dizer que as condições sanitárias para a realização de higiene pessoal, são limitados (sem acesso a chuveiro). Contudo, não estaremos mais do que dois dias sem tomar banho. Devido ao clima extremamente seco, não haverá preocupações com transpiração excessiva, e perceberás que esse detalhe não será um problema. As longas viagens em veículos todo-terreno serão feitas por estradas de terra, mas faremos várias paragens ao longo do caminho.
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Descrição

ROTA DA VIAGEM

Chegaste à Mongólia, Sainbanu. O Bernardo, o líder desta viagem, espera por ti no aeroporto. Em Ulan Bator, a capital do país, há uma interessante mistura entre tradições ancestrais e o culto budista. Esta cultura religiosa é o contraste da arquitetura estalinista da época da influência soviética, sendo que a isto ainda se juntam os toques de modernidade que permeiam esta cidade isolada no coração da Ásia Central. Verás habitantes locais a usar o del, o traje tradicional, no seu dia-a-dia, com imenso orgulho. 

Dependendo da hora a que chegares, poderás ter algum tempo para passear e desfrutar destes momentos e dinâmicas na cidade antes de partirmos para o deserto.

Alimentação: –
Dormida: Hotel

Bem cedo, ao amanhecer, deixaremos o conforto da nossa vida moderna e vamos em direção ao deserto de Gobi. Não partimos sem antes carregarmos as nossas carrinhas com os mantimentos para vários dias. 

Seguimos então até o local onde os nómadas locais vivem de acordo com as suas tradições ancestrais. Veremos a majestosa montanha sagrada de Zorgol Khairkhan, considerada o lar de um espírito sagrado benevolente e onde soldados mongóis de batalhas passadas encontraram o seu descanso eterno. De acordo com a tradição xamânica, é proibido pronunciar o nome dessas montanhas sagradas enquanto as visitamos.

Continuamos em direção à formação granítica que emerge na vasta planície e que abriga as ruínas de um antigo mosteiro budista, a remota região de Baga Gazrin Chuluu. Seremos calorosamente recebidos pelos nossos anfitriões, uma adorável família do Gobi Superior onde passaremos a noite nas tradicionais tendas mongóis, conhecidas como gers, que nos proporcionam abrigo e conforto.

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar
Dormida: Ger

Começamos este novo dia, onde veremos pela primeira vez os majestosos camelos asiáticos, perfeitamente adaptados a este seu ambiente natural. Continuamos a explorar o vasto e deslumbrante interior do deserto de Gobi, cuja paisagem árida e infinita nos deixa boquiabertos. Juntando aos camelos, inúmeros rebanhos de cabras e ovelhas pastam livremente. São estas cabras que dão a preciosa lã de caxemira, conhecida em todo o mundo pela sua suavidade e qualidade incomparáveis.

Avançando um pouco mais, chegamos a Tsagaan Suvarga, onde nos deparamos com uma impressionante formação geológica, colunas rochosas verticais que se assemelham a “chaminés de fada”. Os vales que cercam essa região foram, em tempos remotos, um mar interior, e agora restam apenas alguns fósseis como testemunho desse antigo ecossistema. Exploramos a área a pé, maravilhando-nos e desfrutando do silêncio e imensidão da paisagem.

No fim do dia de viagem, chegamos ao acampamento de mais uma família nómada que vive no coração do deserto. 

Esta família vive principalmente da criação de camelos. É uma oportunidade única de conheceres este modo de vida, em perfeita harmonia com a natureza dura e imponente que os cerca.

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Ger

Após desfrutarmos de um agradável momento ao pequeno-almoço, junto dos nossos anfitriões, é hora de nos despedirmos e continuarmos a nossa viagem. 

A paisagem que nos rodeia é magicamente adornada por camelos e grupos de gers, tão característicos deste povo. 

Avançamos em direção ao ponto mais meridional da nossa viagem, Dalanzadgad, que é a capital desta província do Gobi, ou seja, capital do deserto. É uma cidade pequena, carismática, ventosa e isolada, com um charme peculiar. Aqui iremos tomar um banho quente que nos vai saber a luxo, num balneário público. 

No fim do almoço, deixamos a capital do deserto e seguimos para Bayanzag, onde passaremos a noite. Aqui foram descobertos numerosos ovos e esqueletos de dinossauros, durante o século XX, que agora podem ser vistos no Museu de História Natural, em Ulan Bator, mas também noutros museus do mundo. A paisagem em Bayanzag é inacreditável, com areia e rochas vermelhas.

Um testemunho icónico da diversidade paisagística do Gobi.

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Ger

Para trás fica a fascinante terra dos dinossauros e chegamos às imponentes dunas de areia de Khongoryn. Com mais de 180 quilómetros de comprimento e com uma altura de várias centenas de metros, estas dunas fazem-nos sentir tão pequenos, vão além do alcance de nossa visão. 

No topo espera-te uma paisagem panorâmica que nunca mais vais esquecer.

Subimos? Claro que sim!

A vista lá de cima é soberba e não dá para descrever em palavras. 

Caso aches que a subida não é para ti, tens sempre a opção de ficar próximo ao ger, a relaxar enquanto aprecias a deslumbrante paisagem à tua volta.

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar
Dormida: Ger

Iniciamos um longo dia de viagem, em que vamos desfrutar da mudança de paisagem. Esta vai deixando para trás a sua dureza e revelando pastagens mais exuberantes. Cruzamos as imponentes montanhas de Arts Bogdyn e aos poucos, diversos cursos de água começam a surgir nesse cenário, até que finalmente alcançamos a cidade de Arvaikheer, onde pernoitaremos. 

Hoje, teremos acomodações locais que nos proporcionarão alguns confortos que não tivemos nos dias anteriores.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

De manhã, ainda antes de arrancarmos em viagem, visitamos o mercado local de Arvaikheer, para adquirir os ingredientes de um prato tradicional mongol que os apreciadores de cozido à portuguesa de certeza vão gostar.

Chegamos ao esplêndido vale de Orkhon, um vale que é notavelmente fértil e tem atraído, ao longo dos tempos, diversos povos que se estabeleceram aqui. É também um local reconhecido pela UNESCO como uma paisagem cultural de destaque. 

Durante as duas noites que se seguem, é aqui que ficamos, dormiremos em gers localizados bem próximos à emblemática cascata de Orkhon. Este lugar é de sonho e perfeito para momentos de descontração e contemplação.

Aproveitamos o nosso tempo a fazer curtas caminhadas ao longo do desfiladeiro e do rio, desfrutando das paisagens deslumbrantes que nos rodeiam. Também te podes aventurar a dar um mergulho nas águas límpidas que fluem por aqui, águas essas que desaguam no Lago Baikal, na Rússia.

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar

Dormida: Ger

Hoje embarcamos numa tranquila descida pelo imenso vale do rio Orkhon. A primeira paragem é para visitar o templo de Tovkhon, um lugar que serviu como retiro para o famoso artista e líder espiritual Zanabazar.

Seguimos ao longo do rio, em direção à antiga capital da Mongólia, Karakorum. Genghis Khan, no século XIII, decidiu transferir a capital do seu império para este local, mesmo com poucas infraestrutura. Aqui, visitamos o mosteiro Erdene Zuu, o mais antigo mosteiro budista do país. Durante 40 anos, Karakorum foi a capital do Império Mongol, posteriormente realocada para o sítio que hoje conhecemos como Pequim.

Continuando a nossa jornada até chegarmos a uma área de fontes termais, onde podemos revitalizar as nossas energias após um dia repleto de atividades. A paisagem envolvente encantadora é uma floresta, oferecendo-nos o lugar perfeito para passar a noite.

Alimentação: Pequeno-almoço e almoço
Dormida: Ger

Rumamos em direção ao tranquilo Lago Branco, um imenso corpo d’água que foi formado há milénios por forças vulcânicas, deixando marcas inconfundíveis até os dias de hoje. Na sua envolvente podemos avistar diversos vulcões inativos, sendo o vulcão Khorgo o mais proeminente, com a sua majestosa estrutura cónica negra. Também encontramos impressionantes túneis de lava. 

Este local exala uma atmosfera de serenidade, abrigando famílias que se dedicam à criação de animais, enquanto inúmeras aves marinhas povoam os céus.

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Ger

Mais um dia de viagem por sinuosas estradas que nos levam por paisagens intocadas de estepe mongol. Ao longo do caminho para norte, deparamo-nos frequentemente com os gers dispersos pela paisagem de colinas e vales, que gradualmente dão lugar a um relevo mais proeminente e à aparição de algumas florestas.

No final da tarde, estamos de volta à civilização, por um breve período de tempo. Pernoitamos na cidade de Moron, onde poderemos desfrutar de um jantar num dos restaurantes da cidade.

Alimentação: Pequeno-almoço

Dormida: Hotel

Hoje rumamos até ao lago Khovsgol. Ao raiar do dia, partimos de Moron e chegamos ao lago antes do meio-dia. Este lago é uma importante reserva de água doce, cerca de 70% de todas as reservas de água doce da Mongólia. Aqui nota-se a proximidade da fronteira com a Rússia, principalmente na dinâmica cultural e populacional. 

Nas redondezas, encontramos uma maior prevalência de casas de madeira em comparação com os tradicionais gers do sul da Mongólia. Aqui, há uma presença menor de nómadas. Embrenhamo-nos num território místico ligado ao xamanismo. 

A vegetação florestal e os pastos mantém-se verdes ao longo de todo o ano, graças às chuvas mais fortes que se fazem sentir nestes vales, boas condições para a criação dos seus cavalos e iaques. Isto também facilita o estabelecimento das comunidades locais. 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Ger

Aquela sensação boa de acordar num ger junto à margem do rio… Os amantes de água, sentir-se-ão atraídos a aventurarem-se num mergulho revitalizante nas águas límpidas, mas geladas do lago! 

Este é um dia sem atividades programadas, para que possas aproveitar o dia como melhor te satisfazer. É uma excelente oportunidade para descansar, caminhar ao longo da margem do lago, fazer um passeio a cavalo ou seguir o exemplo dos mongóis: simplesmente deixar o tempo passar.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Ger

Acordamos para um longo dia de estrada. Vamos chegar a uma povoação próxima das montanhas de Khutag Ondor. Mesmo sendo um longo dia, verás que vai oferecer-nos paisagens de ficar sem palavras, fazendo com que a longa viagem seja muito mais agradável.

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Guesthouse

Hoje é um dia entusiasmante. Vamos explorar o Mosteiro Amarbayasgalant.

Os mosteiros, além de serem reconhecidos como Património Mundial pela UNESCO, são também considerados um compromisso sagrado dos monges em preservar essa herança cultural inestimável.

Este lugar é verdadeiramente paradisíaco, envolvido por uma atmosfera idílica que convida à meditação. Foi pensado e criado para ser um refúgio de serenidade. Teremos a oportunidade de explorar o seu interior e testemunhar o quotidiano dos monges que residem aqui permanentemente.

Em tempos, eram cerca de 800 os monges que habitavam o Mosteiro Amarbayasgalant, contrastando com a atual menos de uma centena de monges. 

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Ger

Começamos o dia a explorar Erdenet, a segunda maior cidade da Mongólia. Esta cidade cresceu durante a primeira era industrial do país, impulsionada pela exploração de minério. 

Esta é mais uma povoação moldada pela influência russa, já que uma boa parte da sua população é de origem russa. Por isso não estranhes se ouvires falar russo, já que é tão comum quanto o mongol.

Chegada a noite, está na hora de embarcarmos num comboio com destino a Ulan Bator. Vamos seguir a rota do Transiberiano Transmongol, que atravessa a Mongólia em direção a Pequim. O comboio que apanhamos é local, quer isto dizer que não vem diretamente da Rússia. Será mais uma experiência com os locais mongóis. Não te deixes enganar pelo aspeto antigo, já que é muito confortável. Na classe em que viajamos teremos camas e casas de banho.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Comboio

Nas primeiras horas da manhã chegamos a Ulan Bator. 

Estivemos estes dias todos a experienciar o país rural e a vida nómada, e é possível que sintas que a cidade parece uma metrópole cosmopolita. Deixámos para este último dia a visita ao majestoso Mosteiro Gandam, o maior mosteiro budista do país e um dos poucos que resistiu ao domínio soviético. Nesta época foram destruídos centenas de mosteiros, fazendo do Gandam um símbolo de resistência e de enorme importância para o culto budista e para o legado da Mongólia. 

Aproveita o último dia da viagem para passear pelas amplas avenidas e pela praça central. Antes de desfrutarmos do último jantar em grupo, teremos tempo para admirar o belo Templo de Lama Choijin, quase escondido entre os altos edifícios do centro da capital.

Alimentação: –
Dormida: Hotel

Está na hora de deixares a Mongólia. O Bernardo leva-te ao aeroporto para o teu regresso a casa. 

Foram mais de duas semanas imersos nas tradições e histórias da Mongólia e dos seus habitantes. Uma experiência que te vai marcar para sempre!

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: –

Preço1740€/pessoa
Total 17 noites11 noites em ger (yurt), 1 noite em Guesthouse, 4 noites em hotel, 1 noite comboio
AtividadesDescoberta cultural, natural e aventura
TransportesCarrinha todo o terreno, comboio
ReservasGrupo 6 a 11 pessoas
INCLUI
EXCLUI
LÍDER DE VIAGEM

Bernardo Conde

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