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Nepal – Upper Mustang

Mitos e Montanhas no Reino de Lo
1ª data - 16 de Abril a 03 de Maio

O Nepal é um destino conhecido para os amantes da natureza, espiritualidade e contemplação. A diversidade da cultura nepalesa reflete as diferentes origens étnicas do seu povo. A religião é uma parte importante da vida no Nepal, um país onde o hinduísmo e o budismo coexistem em harmonia entre as diferentes etnias. A cultura nepalesa reflete costumes, crenças e tradições, tanto hindus como budistas.

Será uma jornada intensa, que começa no frenesim das ruas de Kathmandu, repletas de misticismo. Uma panóplia de estupas e templos, carros, motas, movimento, odor a incenso, música, cor, bandeiras de oração, tudo isto caracteriza o nosso primeiro impacto com este país incrível. Saltamos depois para uma cidade mais pacata e cheia de cor à beira lago, Pokhara, que será o ponto de partida para o nosso grande périplo, o Trekking no Reino Proibido de Lo.

Abrigado da chuva pelas cordilheiras do Annapurna e do Dhaulagiri, dois gigantes dos Himalaias, o Trekking do Upper Mustang é uma viagem a um reino oculto, um reino místico com uma mescla única de cultura, tradições ancestrais e paisagens áridas, características do planalto tibetano. Esta viagem atravessa paisagens incríveis, com pomares perdidos nas áridas montanhas, aldeias típicas, estupas, muros mani.

Iremos visitar inúmeros mosteiros e cavernas antigas, com histórias e crenças incríveis. Uma terra intocada pela modernização, onde a antiga cultura e tradições tibetanas ainda prosperam: as casas são feitas de barro e caiadas de branco, no tradicional estilo de telhado de terra plano onde se armazena a madeira, as pessoas no Upper Mustang continuam a viver juntas, como uma família unida e existe ainda uma prática em que as mulheres se casam com o marido e com os seus irmãos, conhecida como poliandria. Estas são algumas das tradições fortemente seguidas nesta região. O Reino de Lo é conhecido pela sua geologia única, com desfiladeiros erodidos, esculpidos pelo vento e pelo tempo, formações rochosas coloridas e penhascos dramáticos, fazendo lembrar uma paisagem lunar, o que contrasta fortemente com a vegetação exuberante de todas as outras regiões do Nepal.

O Trekking do Upper Mustang é uma odisseia numa época passada. Com as suas paisagens únicas, cultura milenar e tesouros espirituais, esta viagem proporciona uma experiência única e incomparável, uma verdadeira imersão cultural que transcende o tempo e deixa uma marca indelével na alma.

Aproximação CULTURAL
O Nepal é um país marcado pelo rico entrançado da diversidade cultural do povo nepalês. Em Kathmandu, a capital, a atmosfera é impregnada de espiritualidade, com templos hindus e budistas intercalados nas ruas estreitas e praças históricas. A religião desempenha um papel fundamental, com o hinduísmo e o budismo coexistindo harmoniosamente. A arquitetura local, com estupas e pagodes ornamentados, testemunha a profunda espiritualidade da população. As tradições manifestam-se em festivais vibrantes e cerimónias, onde danças folclóricas e rituais ancestrais celebram a identidade única deste povo nas majestosas encostas dos Himalaias. Quando entramos na área restrita do Upper Mustang ficamos com a ideia de que entrámos noutro mundo, onde ainda prosperam as crenças religiosas e tradições ancestrais do Budismo Tibetano.
Exigência FÍSICA
O Trekking do Upper Mustang é uma jornada fisicamente desafiadora, com trilhos que atravessam terrenos variados que exigem esforço constante. A elevação gradual e a altitude acrescentam complexidade ao desafio, demandando adaptação gradual para evitar o mal da altitude. A experiência é uma verdadeira prova para o corpo e a mente, com a recompensa proporcionada pelas vistas espetaculares e a satisfação pessoal de superar cada obstáculo. A intensidade do esforço físico transforma-se numa oportunidade para apreciar a grandiosidade natural e superar limites individuais ao explorar as imponentes montanhas dos Himalaias.
CONFORTO
Ao longo do trilho do Trekking do Upper Mustang, os viajantes contam com a comodidade das “Tea Houses” para a hospedagem. Estas casas de chá oferecem uma experiência acolhedora, proporcionando a cada etapa um refúgio reconfortante após os vários dias de caminhada desafiante. Apesar de rudimentares, os alojamentos oferecem quartos, camas e refeições quentes. As Tea Houses são uma parte essencial da viagem, proporcionando um ambiente amigável para partilharmos histórias e relaxarmos enquanto desfrutamos das vistas espetaculares das montanhas. Esta forma de hospedagem, embora básica, contribui para a autenticidade da experiência de trekking, criando laços entre aqueles que partilham o mesmo percurso.
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ROTA DA VIAGEM

Namasté!!! A tua líder, Tânia Muxima, irá estar no aeroporto para te receber. Ao fim da tarde saímos para explorar o centro turístico de Kathmandu, as movimentadas ruas de Thamel. Já num restaurante local, durante o jantar, a líder fará um check de como se irá desenrolar a viagem e de tudo o que vamos precisar para que nada nos falte na aventura em que estamos prestes a embarcar.

Alimentação: —

Noite: Hotel

Katmandu é uma cidade fascinante, cheia de história, cultura e espiritualidade, um lugar único que nos cativa e nos faz querer explorar cada recanto. É um lugar cheio de energia, vibrante e vida, um misto de caos e tranquilidade faz desta cidade um lugar especial. A diversidade cultural está presente em cada esquina, refletindo-se na arquitetura, na comida, nas pessoas. Começaremos o dia a caminhar pelas ruelas cheias de gente, templos, lojas e artesãos, até ao icónico Asan Bazar, um dos mercados mais autênticos de Kathmandu, que serve praticamente toda a população local. Seguimos caminho até Durbar Square, onde é possível admirar a arquitetura tradicional dos templos e palácios de madeira ornamentados, decorados com tigres dourados, deuses hindus e figuras mitológicas.

À tarde iremos visitar Swayambhunath, igualmente conhecido como Templo dos Macacos, um dos templos mais antigos e sagrados do Nepal. Localizado no topo de uma colina, este lugar oferece uma vista deslumbrante sobre toda a cidade de Kathmandu.

Alimentação: Pequeno-almoço

Noite: Hotel

Hoje vamos viajar até Pokhara (822m). Pokhara é uma pitoresca cidade, localizada no lado oeste do Nepal, famosa pela sua beleza natural e colorida e atmosfera pacífica. Situada às margens do Lago Phewa, cercada por montanhas cobertas de neve, é um refúgio perfeito para quem procura tranquilidade e conexão com a natureza. Pokhara também é conhecida como o ponto de partida de muitos caminhos de trekking populares. Para lá chegar saímos pela fresca de Kathmandu (1 400m) e, durante 8h de estrada por um Nepal mais rural, vamos ver passar, pela janela do nosso autocarro, paisagens incríveis de algumas das montanhas mais altas do mundo à medida que atravessamos aldeias típicas e pontes sobre rios translúcidos.

Ao final da tarde chegamos a Pokhara e, depois de nos instalarmos no nosso hotel, saímos para dar um passeio e relaxar, nas margens do lago, desta intensa mas bonita viagem. Se os astros se alinharem ainda apanhamos o pôr do sol sobre o lago.

Alimentação: Pequeno-almoço

Noite: Hotel

O nosso dia começa com uma pequena viagem cénica de avião, que durará 20 minutos, de Pokhara (822m) até Jomsom (2720m), lugar onde irá ter início a nossa tão esperada jornada de trekking por uma das zonas mais remotas e incríveis do Nepal. Esta viagem de avião leva-nos vale adentro, pelo desfiladeiro de Kali Gandaki, que se acredita ser o mais profundo do mundo. Aqui vamos encontrar os nossos carregadores que serão a nossa grande ajuda e companhia dos próximos dias, e começaremos a galgar o caminho que nos vai levar, durante 3h, até Kagbeni (2810m), a porta de entrada para o Reino Proibido do Upper Mustang.

Kagbeni é uma vila cuja influência tibetana não nos passa despercebida, decorada por Chortens, rodas de oração e bandeiras coloridas com mantras, que dançam ao sabor dos ventos. Para além da riqueza histórica e cultural deste lugar, é uma das aldeias mais antigas dos Himalaias e abriga um mosteiro centenário, o Mosteiro Kag Chode Thupten Samphel Ling, construído em 1400.

Depois de nos instalarmos na Tea House, vamos visitar o Mosteiro Vermelho e as estreitas e pitorescas ruelas, até chegarmos ao miradouro com vista para o místico vale do rio Gandaki.

Distância: 10 km (3h no total)

Desnível: 227 m positivo / 120 m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço

Noite: Tea House

Para os madrugadores, havendo cerimónia, o nosso dia começará cedinho, com uma ida ao Mosteiro Vermelho para assistir à puja. A puja é um ritual de adoração e devoção realizado para honrar Buda e os ensinamentos do Dharma e envolve a recitação de mantras, cânticos e oferendas de flores, incenso e comida. É uma experiência que nos irá aproximar muito de toda a cultura e tradições deste pequeno Tibete nepalês.

Após um energético pequeno-almoço, começamos o nosso trekking pelo Reino Proibido de Lo. Estamos oficialmente no Upper Mustang e hoje iremos caminhar pelo vale do rio Gandaki, atravessando pequenas aldeias pitorescas, com casas caiadas de branco e ruelas estreitas, pomares e campos de cultivo. Durante grande parte do caminho poderemos contemplar a vista magnífica para uma das montanhas mais altas e belas dos Himalaias, o Nilgiri. Ao final da tarde atravessamos o rio e atacamos a subida abrupta de pedras soltas, erva rala e arbustos baixos até Chele (3 050 m), uma aldeia cercada por colinas áridas e penhascos rochosos. Com o céu estrelado e a lua a refletir na parede da montanha a que a aldeia se encosta, a noite será de uma beleza impar.

Distância: 15 km (7h no total)

Desnível: 836 m positivo / 602 m negativo

Alimentação: –

Noite: Tea House (Chele)

Deixamos para trás esta aldeia embutida na montanha e subimos em direção a Samar. Este é o dia mais exigente da viagem mas a paisagem que nos envolve é deslumbrante.

Samar é uma pequena aldeia no meio de um bosque, como se tivéssemos entrado numa máquina do tempo e recuado alguns séculos. Continuamos, em sobe e desce, num trilho pormenorizadamente desenhado por entre montanhas, e chegamos à gruta de Chungsi. Reza a lenda que o Guru Rinpoche, o monge budista que introduziu o budismo no Tibete, meditou nesta caverna e aí deixou as suas marcas. Lá dentro existe um mosteiro, que é um dos lugares sagrados utilizados pelos locais para meditação e retiro espiritual, uma das grandes jóias do Upper Mustang. Segundo a medicina tradicional tibetana, a pedra dessa gruta tem ainda efeitos medicinais e é utilizada pelos locais para fazer remédios que curam as dores nas costas.

A parte final no nosso dia será uma suave caminhada a subir até Syangboche (3 800 m) onde vamos desfrutar de toda a tranquilidade característica daquele lugar.

Distância: 14 km (8h no total)

Desnível: 1 300 m positivo / 510 m negativo

Alimentação: –

Noite: Tea House (Syangboche)

Saímos da aldeia e galgamos uma colina onde temos uma deslumbrante vista de 360º sobre os Himalaias.

Chegamos a um dos tesouros do Upper Mustang, Ghiling, uma mística aldeia que ostenta uma beleza natural deslumbrante, uma rica herança cultural e um modo de vida pacífico. Cercada por paisagens de tirar o fôlego, com imponentes montanhas cobertas de neve, desfiladeiros profundos e extensos vales verdes, o modo de vida de Ghiling é um verdadeiro desafio para os seus habitantes, devido ao terreno acidentado e o clima extremo.

Uma das características mais marcantes da aldeia de Ghiling é a sua arquitetura antiga, que permaneceu praticamente inalterada durante séculos. As casas da aldeia são construídas com materiais de origem local, pedra, barro e madeira, e são construídas segundo técnicas de construção tradicionais. As paredes de terra são grossas, o que ajuda a manter o interior fresco durante os meses quentes de verão e quente durante o inverno rigoroso. O interior das casas e mosteiros são decorados com gravuras obscuras.

É uma aldeia carregada de marcas do budismo, chortens, rodas de oração, bandeiras sagradas e um enorme muro mani estão espalhados pelas suas ruelas.

Continuamos o nosso caminho, depois de visitarmos o mosteiro, em direção ao Passo Nyi (4 010 m), sempre com o Nilgiri a olhar por nós. Seguimos descida abaixo até Ghami (3 520 m), uma aldeia primorosamente decorada com esculturas e padrões referentes a crenças sagradas, que retratam a vida de Buda e outras divindades budistas. As vielas estreitas de Ghami são também decoradas com bandeiras de oração, muros mani e chortens, que contribuem para o charme e a beleza deste místico lugar.

A população local depende principalmente da agricultura e da pecuária para a sua subsistência. A aldeia está localizada numa região seca e árida, e as pessoas desenvolveram um sistema de irrigação único para cultivar as suas culturas. Usam os Kulos, que são canais subterrâneos para trazer água dos riachos próximos para os seus campos.

Distância: 11 km (6h no total)

Desnível: 71 2m positivo / 913 m negativo

Alimentação: –

Noite: Tea House (Ghami)

Saímos da Tea House e atravessamos a aldeia, já movimentada pelos locais nas suas tarefas matinais. Hoje é um dia ligeiro, onde vamos permitir às pernas descansarem e desfrutarem.

Já do outro lado do rio subimos e chegamos a um autêntico museu a céu aberto. Ao lado da escola está o mais longo Muro Mani de Mustang, e algumas dezenas de metros mais à frente, no vale de Dhakmar, um agrupamento de chortens, em mau estado, mas nem por isso menos interessantes. Com as suas pinturas coloridas desaparecidas, misturam-se as suas cores com as das montanhas e carregam um mistério que outros não conseguem igualar. Continuamos o nosso caminho e, lá em cima, o cenário é impressionante, com camadas entrelaçadas de colinas e montanhas que formam impressionantes padrões de luz e sombra.

Já lá em baixo somos recebidos, à entrada de Charang (3 560 m), por um bonito e imponente chorten que nos dá as boas vindas. A tarde será passada a visitar o mosteiro e o resto da aldeia. Se o ‘Café Central’ estiver aberto, teremos oportunidade de experimentar alguns petiscos locais.

Distância: 9 km (4h no total)

Desnível: 429 m positivo / 406 m negativo

Alimentação: –

Noite: Tea House (Charang)

À saída de Charang deparamos-nos com uma paisagem incrível que nos acompanhará ao longo do nosso dia. Depois de atravessarmos o Tsarang Khola, vamos subir suavemente grande parte do nosso percurso, onde iremos cruzar um enorme e bonito Chorten, o Sungda Chorten. Iremos ainda passar por várias grutas, nas falésias que circundam o nosso caminho. Muitas destas grutas foram utilizadas, pelas famílias locais, para se esconderem nos períodos de conflito, outras, são conhecidas como lugar de meditação.

Chegamos por fim à capital do Upper Mustang, no lendário Reino Proibido de Lo, uma cidade murada que alberga um conjunto de três misteriosos mosteiros repletos de imagens e histórias, manuscritos com mais de 2 000 mil anos, mantras com figuras ornamentadas de Buda e vários Boodhisattvas. Lo Manthang, a 3 810 m, foi construída no século XV, dentro de uma fortaleza, pelo guerreiro budista Ame Pal, e os seus habitantes, os Lobas, vivem uma cultura definida pelas tradições Sakyapa do Budismo Tibetano.

Depois de nos instalarmos na nossa Tea House, iremos perder-nos pelas ruelas estreitas, visitar os mosteiros, o antigo Palacio Real e conviver no café local desta pitoresca vila.

Distância: 14 km (5h no total)

Desnível: 610 m positivo / 381 m negativo

Alimentação: –

Noite: Tea House (Lo Manthang)

 

Hoje é dia de dar descanso às pernas e entrar num jipe para explorar Chhoser e todo o seu mistério. Esta é a aldeia mais próxima do Tibete onde um estrangeiro está autorizado a chegar, no Upper Mustang.

Vamos visitar a Caverna de Jhong, com mais de 3 000 anos, uma das cavernas mais surpreendentes desta região. É um edifício de 5 andares, composto por mais de 40 salinhas, juntamente com inúmeras escadas e janelas com uma vista avassaladora para o vale. Esta caverna possui uma clarabóia natural que proporciona luz e ventilação naturais no seu interior. É um lugar famoso pela sua história. Como as pessoas que viviam em Chhoser e nas aldeias adjacentes estavam sempre sob ameaça, sempre que havia conflitos, a população, toda junta, refugiava-se ali. Tem ainda um grande significado religioso, serviu como lugar de meditação para muitos monges budistas.

Em Chhoser vamos ainda visitar os impressionantes mosteiros de Niphu e Garphu. O primeiro, de uma arquitetura extraordinária, é feito a partir de cavernas. Construído e pintado a partir de um penhasco, é um dos lugares mais fotogénicos do Upper Mustang. Seguimos depois, por entre ruelas caiadas de brancos, repletas de rodas e bandeiras de oração, até Garphu Gompa.

Depois de um banho de cultura e história está na hora de regressar a Lo Manthang, onde iremos passar o resto da tarde a fotografar a vila ou simplesmente a relaxar.

Distância: 

Desnível: –

Alimentação: –

Noite: Tea House (Lo Manthang)

Iniciamos o nosso caminho de volta a Jomsom. É um dia de uma beleza extrema, até Dhakmar (3 820 m), com vistas privilegiadas sobre várias montanhas dos Himalaias, cruzando casas típicas, paisagens dramáticas e acidentadas, desfiladeiros e penhascos de cores intensas, mosteiros antigos. Hoje alcançamos também o ponto mais alto do nosso trekking, o passo Choku-La, que fica a 4 298 m, repleto de bandeiras de oração que dançam ao sabor do vento, um lugar carregado de poesia.

Depois de passarmos a manhã num sobe e desce constante por meio de desfiladeiros e montanhas, finalmente chegamos a Ghar Gompa, o mosteiro mais antigo de mustang construído no século VIII pelo guru Rinpoche “Padmasambhava”, o fundador do budismo tibetano.

Chegamos finalmente a Dhakmar (3 650 m), onde vamos passar a noite, uma aldeia encostada a enormes falésias vermelhas com padrões e formações únicas e que foram historicamente usadas pelos monges tibetanos para meditação e retiros espirituais.

Distância: 17 km (8h 30min no total)

Desnível: 900 m positivo / 1 050 m negativo

Alimentação: –

Noite: Tea House (Dhakmar)

Logo à saída de Dhakmar temos uma vista privilegiada sobre a aldeia e sobre os penhascos vermelhos e as suas grutas que, com a luz da manhã a incidir, se tornam ainda mais mágicos e imponentes. É impressionante imaginar toda a vida que aquelas grutas já tiveram e o significado que tem para a comunidade local.

O nosso caminho hoje será, se a sorte estiver do nosso lado, marcado pela presença de imponentes grifos e águias, que habitam toda a região do Upper Mustang, mas sobretudo esta área especifica. Serão momentos de pura magia até Syangboche (3 800 m).

Distância: 15 km (7h no total)

Desnível: 777 m positivo / 685 m negativo

Alimentação: –

Noite: Tea House (Syangboche)

De frente para o Nilgirim, uma das montanhas mais altas dos Himalaias, vamos caminhar até Samar e dai até Chhusang (2 980 m). Esta será a nossa última noite dentro do Reino Proibido de Lo.

Distância:  – 18Kms (6h no total)

Desnível: – 468 m positivo / 1 300 m negativo

Alimentação: –

Noite: Tea House (Chhusang)

São 3h a caminhar até Kagbeni, onde iremos carimbar a nossa saída do Reino de Lo. Aí despedimo-nos dos nossos carregadores e seguimos, de jipe, ate Dhumba Lake (2 830 m). Além da sua atmosfera serena e beleza estonteante, este lago verde esmeralda está carregado de crenças religiosas, sendo por isso um lugar sagrado para o budismo. Teremos tempo para contemplar a beleza deste lugar antes de darmos lugar à nossa última caminhada. Uma hora depois chegamos a Jomsom onde vamos comemorar esta nossa bonita jornada.

Distância:  11 km (3h no total)

Desnível: 370 m positivo / 486 m negativo

Alimentação: –

Noite: Tea House (Jomsom)

Acordamos pela fresca e entramos nos jipes onde vamos serpentear a estrada de volta a Pokhara. São paisagens impressionantes onde atravessamos um desfiladeiro colossal de tons castanhos e verdes, com estradas que acompanham, de longe, uma das mais bonitas cordilheiras do mundo, a cordilheira dos Himalaias.

A tarde vai ser passada na pacata cidade de Pokhara onde vamos poder passear, fazer compras, remar nos barquinhos coloridos do Lago Phewa ou apenas relaxar à beira lago.

Acabaremos o dia num restaurante local a brindar e a celebrar os dias memoráveis que passámos no Reino Proibido de Lo.

Alimentação: –

Noite: Hotel (Pokhara)

A nossa viagem está a terminar e hoje é dia de regressarmos à capital. Iremos apanhar o autocarro de volta à capital e chegaremos a Patan, um dos antigos reinos do Nepal onde está presente, por todo o lado, o estilo de vida dos Newari, um grupo étnico do vale de Kathmandu.

Depois de nos instalarmos no nosso hotel teremos tempo de nos perdermos pelas ruelas e becos  de Patan, onde poderemos visitar casas tradicionais, que geralmente têm as janelas viradas para um pátio com um pequeno templo. O nosso passeio pelo coração de Patan acaba na emblemática Durbar Square, Património Mundial da UNESCO, com os seus ornamentados edifícios e templos cheios de mistério, onde iremos jantar. 

Alimentação: Pequeno-almoço

Noite: Hotel (Patan)

Apanhamos um taxi até Bhaktapur, outro dos antigos reinos do Nepal, uma pacata cidade conhecida como a ‘Cidade dos Devotos’. Bhaktapur possui o centro histórico melhor preservado do Nepal, com labirintos de casas e prédios construídos em terracota, cheio de entalhes e detalhes decorativos. É o maior centro de artesanato do país, com grande enfoque na cerâmica, presente a cada esquina. Bhaktapur é considerada pela Unesco como Património Mundial e, seguindo a tendência das cidades reais do Nepal, tem uma Durbar Square, a praça principal que sedia o antigo palácio e os templos de maior beleza.

À tarde rumamos até Boudhanath. Um dos locais mais sagrados do Nepal para o Budismo, esta estupa é também uma das maiores do mundo. É o monumento budista mais emblemático do Vale de Kathmandu e a atmosfera que se sente naquela praça é fantástica. Boudhanath ficava no meio da rota comercial entre o Nepal e o Tibete e com isso sofreu influências de ambas culturas, a sua bela e colorida arquitetura retrata bem isso. Aqui teremos oportunidade de comprar os nossos últimos souvernirs.

Alimentação: Pequeno-almoço

Noite: Hotel (Patan)

É dia de aproveitar as últimas horas neste país incrível antes de entrarmos no avião, com a memória repleta de historias e momentos incríveis.

Alimentação: Pequeno-almoço

Noite: –

Preço2670€/pessoa
Total 17 noites6 noites Hotel (quarto duplo); 11 noites Tea House (quarto de 2, 3 ou 4 pessoas) no Trekking
AtividadesDescoberta cultural, trekking e aventura
TransportesAutocarro, Carrinha Privada, Taxi, Avião
ReservasGrupo 6 a 12 pessoas
INCLUI
EXCLUI
LÍDER DE VIAGEM

Tânia Muxima

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