Descrição
Roteiro desta viagem ao Nepal - Trekking Upper Mustang | 18 Dias
Explora as etapas desta odisseia de trekking no Nepal, guiada pela Tânia, para explorar o Reino proibido dos Himalaias.
Namasté!!! A líder, Tânia Muxima, irá estar no aeroporto para vos receber. Ao fim da tarde saímos para explorar o centro turístico de Kathmandu, as movimentadas ruas de Thamel. Já num restaurante local, durante o jantar, a líder fará convosco um check de como se irá desenrolar a viagem e de tudo o que vamos precisar para que nada nos falte na aventura em que estamos prestes a embarcar.
Alimentação: —
Noite: Hotel
Katmandu é uma cidade fascinante, cheia de história, cultura e espiritualidade, um lugar único que nos cativa e nos faz querer explorar cada recanto. É um lugar energético, vibrante e cheio de vida, um misto de caos e tranquilidade faz desta cidade um lugar especial. A diversidade cultural está presente em cada esquina, refletindo-se na arquitetura, na comida, nas pessoas. Começaremos o dia a caminhar pelas ruelas cheias de gente, templos, lojas e artesãos, até ao icónico Asan Bazar, um dos mercados mais autênticos de Kathmandu, que serve basicamente toda a população local. Seguimos caminho até Durbar Square, onde é possível admirar a arquitetura tradicional dos templos e palácios de madeira ornamentados, decorados com tigres dourados, deuses hindus e figuras mitológicas.
À tarde iremos visitar Swayambhunath, igualmente conhecido como Templo dos Macacos, um dos templos mais antigos e sagrados do Nepal. Localizado no topo de uma colina, este lugar oferece uma vista deslumbrante sobre toda a cidade de Kathmandu.
Alimentação: Pequeno-almoço
Noite: Hotel
Hoje vamos viajar até Pokhara (822m). Pokhara é uma pitoresca cidade, localizada no lado oeste do Nepal, famosa pela sua beleza natural e colorida e atmosfera pacífica. Situada às margens do Lago Phewa, cercada por montanhas cobertas de neve, é um refúgio perfeito para quem procura tranquilidade e conexão com a natureza. Pokhara também é conhecida como o ponto de partida de muitos caminhos de trekking populares. Para lá chegar saímos pela fresca de Kathmandu (1400m) e, durante 8h de estrada por um Nepal mais rural, vamos ver passar, pela janela do nosso autocarro, paisagens incríveis de algumas das montanhas mais altas do mundo à medida que atravessamos aldeias típicas e pontes sobre rios translúcidos.
Ao final da tarde chegamos a Pokhara e, depois de nos instalarmos no nosso hotel, saímos para dar um passeio e relaxar, nas margens do lago, desta intensa mas bonita viagem. Se os astros se alinharem ainda apanhamos o pôr do sol sobre o lago.
Alimentação: Pequeno-almoço
Noite: Hotel
O nosso dia começa com uma viagem cénica de jipe, que durará 6 a 7 horas, de Pokhara (822m) até Kagbeni (2810m), lugar onde irá ter inicio a nossa tão esperada jornada de trekking por uma das zonas mais remotas e incríveis do Nepal. Esta viagem de jipe leva-nos vale adentro, pelo desfiladeiro de Kali Gandaki, que se acredita ser o mais profundo do mundo. Em Kagbeni, a porta de entrada para o Reino Proibido do Upper Mustang, iremos conhecer os nossos carregadores, que serão a nossa grande ajuda e companhia dos próximos dias.
Kagbeni é uma vila cuja influência tibetana não nos passa despercebida, decorada por Chortens, rodas de oração e bandeiras coloridas com mantras, que dançam ao sabor dos ventos. Para além da riqueza histórica e cultural deste lugar, é uma das aldeias mais antigas dos Himalaias e abriga um mosteiro centenário, o Mosteiro Kag Chode Thupten Samphel Ling, construído em 1400.
Depois de nos instalarmos na Tea House, vamos visitar o Mosteiro Vermelho e as estreitas e pitorescas ruelas, até chegarmos ao miradouro com vista para o místico vale do rio Gandaki.
Alimentação: Pequeno-almoço
Noite: Tea House
Para os madrugadores, havendo cerimónia, o nosso dia começará cedinho, com uma ida ao Mosteiro Vermelho para assistir à puja. A puja é um ritual de adoração e devoção realizado para honrar Buda e os ensinamentos do Dharma e envolve a recitação de mantras, cânticos e oferendas de flores, incenso e comida. É uma experiência que nos irá aproximar muito de toda a cultura e tradições deste pequeno Tibete nepalês.
Após um energético pequeno almoço, começamos o nosso trekking pelo Reino Proibido de Lo. Estamos oficialmente no Upper Mustang e hoje iremos caminhar pelo vale do rio Gandaki, atravessando pequenas aldeias pitorescas, com casas caiadas de branco e ruelas estreitas, rodas de oração por todo o lado, pomares e campos de cultivo. Durante grande parte do caminho vamos poder contemplar a vista magnifica para uma das montanhas mais altas e belas dos Himalaias, o Nilgiri. Ao final da tarde atravessamos o rio e atacamos a subida abrupta de pedras soltas, erva rala e arbustos baixos até Chele (3 050 m), uma aldeia cercada por colinas áridas e penhascos rochosos. Com o céu estrelado e a lua a reflectir na parede da montanha a que a aldeia se encosta, a noite será de uma beleza ímpar.
Distância: 15 km (7h no total)
Desnível: 836 m positivo / 602 m negativo
Alimentação: –
Noite: Tea House (Chele)
Deixamos para trás esta aldeia embutida na montanha e subimos em direcção a Samar. Este é o dia mais exigente da viagem mas a paisagem que nos envolve é deslumbrante.
Samar é uma pequena aldeia no meio de um bosque, como se tivéssemos entrado numa maquina do tempo e recuado alguns séculos. Continuamos, em sobe e desce, num trilho pormenorizadamente desenhado por entre montanhas, e chegamos à gruta de Chungsi. Reza a lenda que o Guru Rinpoche, o monge budista que introduziu o budismo no Tibete, meditou nesta caverna e ai deixou as suas marcas. Lá dentro existe um mosteiro, que é um dos lugares sagrados utilizados pelos locais para meditação e retiro espiritual, uma das grandes jóias do Upper Mustang.
Segundo a medicina tradicional tibetana, a pedra dessa gruta tem ainda efeitos medicinais e é utilizada pelos locais para fazer remédios que curam as dores nas costas. A parte final no nosso dia será uma suave caminhada a subir até Syangboche (3800 m) onde vamos desfrutar de toda a tranquilidade característica daquele lugar.
Distância: 15 km (9h no total)
Desnível: 1 300 m positivo / 510 m negativo
Alimentação: –
Noite: Tea House (Syangboche)
Saímos da aldeia e galgamos uma colina onde temos uma deslumbrante vista de 360º sobre os Himalaias. Chegamos a um dos tesouros do Upper Mustang, Ghiling, uma mística aldeia que ostenta uma beleza natural deslumbrante, uma rica herança cultural e um modo de vida pacífico.
Cercada por paisagens de tirar o fôlego, com imponentes montanhas cobertas de neve, desfiladeiros profundos e extensos vales verdes, o modo de vida de Ghiling é um verdadeiro desafio para os seus habitantes, devido ao terreno acidentado e o clima extremo. Uma das características mais marcantes da aldeia de Ghiling é a sua arquitetura antiga, que permaneceu praticamente inalterada durante séculos. As casas da aldeia são construídas com materiais de origem local, pedra, barro e madeira, e são construídas segundo técnicas de construção tradicionais. As paredes de terra são grossas, o que ajuda a manter o interior fresco durante os meses quentes de verão e quente durante o inverno rigoroso. O interior das casas e mosteiros são decorados com gravuras obscuras. É uma aldeia carregada de marcas do budismo, chortens, rodas de oração, bandeiras sagradas e um enorme muro mani estão espalhados pelas suas ruelas. Continuamos o nosso caminho, depois de visitarmos o mosteiro, em direcção ao Passo Nyi (4010m), sempre com o Nilgiri a olhar por nós.
Seguimos descida abaixo até Ghami (3520m), uma aldeia primorosamente decorada com esculturas e padrões referentes a crenças sagradas, que retratam a vida de Buda e outras divindades budistas.
As vielas estreitas de Ghami são também decoradas com bandeiras de oração, muros mani e chortens, que contribuem para o charme e a beleza deste místico lugar. A população local depende principalmente da agricultura e da pecuária para a sua subsistência. A aldeia está localizada numa região seca e árida, e as pessoas desenvolveram um sistema de irrigação único para cultivar as suas culturas. Usam os Kulos, que são canais subterrâneos para trazer água dos riachos próximos para os seus campos.
Distância: 11 km (6h no total)
Desnível: 712 m positivo / 913 m negativo
Alimentação: –
Noite: Tea House (Ghami)
Saímos da Tea House e atravessamos a aldeia, já movimentada pelos locais nas suas tarefas matinais.
Hoje é um dia ligeiro, onde vamos permitir às pernas descansarem e desfrutarem. Já do outro lado do rio subimos e chegamos a um autentico museu a céu aberto. Ao lado da escola está o mais longo Muro Mani de Mustang, e algumas dezenas de metros mais a frente, no vale de Dhakmar, um agrupamento de chortens, em mau estado mas nem por isso menos interessantes. Com as suas pinturas coloridas desaparecidas, misturam-se as suas cores com as das montanhas e carregam um mistério que outros não conseguem igualar.
Continuamos o nosso caminho e, lá em cima, o cenário é impressionante, com camadas entrelaçadas de colinas e montanhas que formam impressionantes padrões de luz e sombra. Já la em baixo somos recebidos, à entrada de Charang (3560m), por um bonito e imponente chorten que nos dá as boas vindas. A tarde será passada a visitar o mosteiro e o resto da aldeia. Se o ‘Café Central’ estiver aberto, teremos oportunidade de experimentar alguns petiscos locais.
Distância: 9 km (4h no total)
Desnível: 429 m positivo / 406 m negativo
Alimentação: –
Noite: Tea House (Charang)
À saída de Charang deparamos-nos com uma paisagem incrível que nos acompanhará ao longo do nosso dia. Depois de atravessarmos o Tsarang Khola, vamos subir suavemente grande parte do nosso percurso, onde iremos cruzar um enorme e bonito Chorten, o Sungda Chorten. Iremos ainda passar por várias grutas, nas falésias que circundam o nosso caminho. Muitas destas grutas foram utilizadas, pelas famílias locais, para se esconderem nos períodos de conflito, outras, são conhecidas como lugar de meditação.
Chegamos por fim à capital do Upper Mustang, no lendário Reino Proibido de Lo, uma cidade murada que alberga um conjunto de três misteriosos mosteiros repletos de imagens e histórias, manuscritos com mais de 2000 mil anos, mantras com figuras ornamentadas de Buda e vários Boodhisattvas. Lo Manthang, a 3810m, foi construída no século XV, dentro de uma fortaleza, pelo guerreiro budista Ame Pal, e os seus habitantes, os Lobas, vivem uma cultura definida pelas tradições Sakyapa do Budismo Tibetano.
Depois de nos instalarmos na nossa Tea House, iremos perder-nos pelas ruelas estreitas, visitar os mosteiros, o antigo Palacio Real e conviver no cafe local desta pitoresca vila.
Distância: 14 km (5h no total)
Desnível: 610 m positivo / 381 m negativo
Alimentação: –
Noite: Tea House (Lo Manthang)
Hoje é dia de dar descanso às pernas e entrar num jipe para explorar Chhoser e todo o seu mistério. Esta é a aldeia mais próxima do Tibete onde um estrangeiro está autorizado a chegar, no Upper Mustang.
Vamos visitar a Caverna de Jhong, com mais de 3000 anos, uma das cavernas mais surpreendentes desta região. É um edifício de 5 andares, composto por mais de 40 salinhas, juntamente com inúmeras escadas e janelas com uma vista avassaladora para o vale. Esta caverna possui uma clarabóia natural que proporciona luz e ventilação naturais no seu interior. É um lugar famoso pela sua história. Como as pessoas que viviam em Chhoser e nas aldeias adjacentes estavam sempre sob ameaça, sempre que havia conflitos, a população, toda junta, refugiava-se ali. Tem ainda um grande significado religioso, serviu como lugar de meditação para muitos monges budistas.
Em Chhoser vamos ainda visitar os impressionantes mosteiros de Niphu e Garphu. O primeiro, de uma arquitectura extraordinária, é feito a partir de cavernas. Construído e pintado a partir de um penhasco, é um dos lugares mais fotogénicos do Upper Mustang. Seguimos depois, por entre ruelas caiadas de brancos, repletas de rodas e bandeiras de oração, até Garphu Gompa.
Depois de um banho de cultura e história está na hora de regressar a Lo Manthang, onde iremos passar o resto da tarde a fotografar a vila ou simplesmente a relaxar no café.
Distância: –
Desnível: –
Alimentação: –
Noite: Tea House (Lo Manthang)
É dia em começamos o nosso caminho de volta a Jomsom. É um dia de uma beleza extrema, até Dhakmar (3820m), com vistas privilegiadas sobre várias montanhas dos Himalaias, cruzando casas típicas, paisagens dramáticas e acidentadas, desfiladeiros e penhascos de cores intensas, mosteiros antigos. Hoje alcançamos também o ponto mais alto do nosso trekking, o passo Choku-La, que fica a 4298m, repleto de bandeiras de oração que dançam ao sabor do vento, um lugar carregado de poesia.
Depois de passarmos a manhã num sobe e desce constante por meio de desfiladeiros e montanhas finalmente chegamos a Ghar Gompa, o mosteiro mais antigo de Mustang construído no século VIII pelo guru Rinpoche “Padmasambhava”, o fundador do budismo tibetano.
Chegamos finalmente a Dhakmar (3650m), onde vamos passar a noite, uma aldeia encostada a enormes falésias vermelhas com padrões e formações únicas e que foram historicamente usadas pelos monges tibetanos para meditação e retiros espirituais.
Distância: 17 km (7h no total)
Desnível: 900 m positivo / 1 050 m negativo
Alimentação: –
Noite: Tea House (Dhakmar)
Logo à saída de Dhakmar temos uma vista privilegiada sobre a aldeia e sobre os penhascos vermelhos e as suas grutas que, com a luz da manhã a incidir, se tornam ainda mais mágicos e imponentes. É impressionante imaginar toda a vida que aquelas grutas já tiveram e o significado que tem para a comunidade local.
O nosso caminho hoje será, se a sorte estiver do nosso lado, marcado pela presença de imponentes grifos e águias, que habitam toda a região do Upper Mustang, mas sobretudo esta área especifica. Serão momentos de pura magia até Syangboche (3 800 m).
Distância: 15 km (7h no total)
Desnível: 777 m positivo / 685 m negativo
Alimentação: –
Noite: Tea House (Syangboche)
De frente para o Nilgirim, uma das montanhas mais altas dos Himalaias, vamos caminhar até Samar e dai até Chhusang (2 980 m). Esta será a nossa última noite dentro do Reino Proibido de Lo.
Distância: – 18Kms (7h no total)
Desnível: – 468 m positivo / 1 300 m negativo
Alimentação: –
Noite: Tea House (Chhusang)
São 4h a caminhar até Kagbeni, onde iremos carimbar a nossa saída do Reino de Lo. Aí, no final de um almoço com um sabor especial a superação, despedimo-nos dos nossos carregadores e seguimos, de jipe, até Pokhara, onde chegaremos ao final da tarde, estafados, mas felizes. Teremos tempo, durante a viagem de volta, para assimilar tudo o que vivemos juntos nestes últimos dias e, para apreciar as vistas deste estonteante vale.
Distância: 12 km (4h no total)
Desnível: 370 m positivo / 486 m negativo
Alimentação: –
Noite: Tea House (Jomsom)
Hoje cada um tem a liberdade de acordar à hora que melhor achar. O dia é livre e e vai ser passado na pacata cidade de Pokhara onde vamos poder passear, fazer compras, remar nos barquinhos coloridos do Lago Phewa ou apenas relaxar à beira lago.
O jantar será num restaurante local a brindar e a celebrar os nossos últimos dias que foram memoráveis.
Alimentação: Pequeno-almoço
Noite: Hotel (Pokhara)
A nossa viagem está a terminar e hoje é dia de regressarmos à capital. Iremos apanhar um avião de volta à capital e chegaremos a Patan, um dos antigos reinos do Nepal onde está presente, por todo o lado, o estilo de vida dos Newari, um grupo étnico do vale de Kathmandu.
Depois de nos instalarmos no nosso hotel teremos tempo de nos perdermos pelas ruelas e becos entrelaçadas de Patan, onde poderemos visitar casas tradicionais, que geralmente têm as janelas viradas para um pátio com um pequeno templo. O nosso passeio pelo coração de Patan acaba na emblemática Durbar Square, Património Mundial da UNESCO, com os seus ornamentados edifícios e templos cheios de mistério, onde iremos jantar.
Alimentação: Pequeno-almoço
Noite: Hotel (Patan)
Apanhamos um taxi até Bhaktapur, outro dos antigos reinos do Nepal, uma pacata cidade conhecida como a ‘Cidade dos Devotos’. Bhaktapur possui o centro histórico melhor preservado do Nepal, com labirintos de casas e prédios construídos em terracota, cheio de entalhes e detalhes decorativos. É o maior centro de artesanato do país, com grande enfoque na cerâmica, presente a cada esquina. Bhaktapur é considerada pela Unesco como Património Mundial e, seguindo a tendência das cidades reais do Nepal, tem uma Durbar Square, a praça principal que sedia o antigo palácio e os templos de maior beleza.
À tarde rumamos até Boudhanath. Um dos locais mais sagrados do Nepal para o Budismo, esta estupa é também uma das maiores do mundo. É o monumento budista mais emblemático do Vale de Kathmandu e a atmosfera que se sente naquela praça é fantástica. Boudhanath ficava no meio da rota comercial entre o Nepal e o Tibete e com isso sofreu influências de ambas culturas, a sua bela e colorida arquitetura retrata bem isso. Aqui teremos oportunidade de comprar os nossos últimos souvernirs.
Alimentação: Pequeno-almoço
Noite: Hotel (Patan)
É dia de aproveitar as ultimas horas neste país incrível antes de entrarmos no avião, com a memória repleta de historias e momentos incríveis.
Alimentação: Pequeno-almoço
Noite: –
INCLUI
- Acompanhamento do líder Trilhos da Terra durante toda a viagem
- Transfers de aeroporto (dentro das datas do programa)
- Permit de entrada na área restrita do Upper Mustang (500€)
- Autocarro Katmandu - Pokhara
- Avião Pokhara - Katmandu
- Jipe Pokhara - Kagbeni
- Jipe Kagbeni - Pokhara
- Todo o transporte para as atividades e visitas descritas no programa
- Guia Sherpa e carregadores nepaleses
- Atividades e visitas descritas no programa
- 6 Pequenos Almoços
EXCLUI
- Voos internacionais (preço indicativo 1200€)
- Alimentação não especificada (cerca de 25€ por dia)
- Gratificações (cerca de 50€)
- Seguro pessoal
- Atividades não especificadas
- Extras pessoais
- Visto (aproximadamente 50€)
Perguntas frequentes sobre o Trekking Upper Mustang
Upper Mustang é uma região remota do Nepal, na fronteira com o Tibete, que permaneceu fechada ao turismo até 1992. Era o último reino budista independente do mundo — o “Reino de Lo”. Ainda hoje o acesso é restrito e requer um permit especial de 500€, que está incluído no preço da viagem.
Annapurna: contempla uma paisagem verde e exuberante, uma floresta de bambu, campos em socalcos, o povo Gurung, e a altitude máxima é de 4.130m. Ideal para primeira viagem ao Nepal. 15 dias, 1.580€.
Alta. É um trekking exigente com:
- 10 dias consecutivos de caminhada
- Distâncias de 9 a 18 km por dia (4 a 9 horas)
- Altitude máxima: 4.298m (Passo Choku-La)
- Desníveis significativos em terreno irregular Recomendamos pelo menos 3 meses de preparação física antes da viagem.
O mal da altitude pode afetar qualquer pessoa acima de 2.500m, independentemente da forma física. Sintomas: dores de cabeça, náuseas, cansaço extremo. Proteção: subida gradual, hidratação constante, ritmo lento. O nosso itinerário está desenhado com aclimatização progressiva.
A melhor altura é entre Março e Maio (primavera) e Outubro e Novembro (outono)
Deve-se evitar de Junho a Setembro (durante a monção)
Esta viagem decorre em Março e Abril. A época ideal com céu limpo, a temperatura amena, e muitas flores nos vales dos Himalaias.
Sim. Os portugueses precisam de visto à chegada (Visa on Arrival) no aeroporto de Kathmandu. Custo: ~50 USD (~50€). Processo simples, sem burocracia. O permit do Upper Mustang (500€) é tratado por nós e está incluído no preço.
As Tea Houses são alojamentos típicos do trekking no Nepal — são simples mas muito funcionais. Têm quartos de 2, 3 ou 4 pessoas, equipadas com casas de banho partilhadas e com refeições quentes disponíveis. Em Kathmandu, Pokhara e Patan, pernoitas em hotéis confortáveis com quartos duplos.
Sim! A maioria dos viajantes vem sozinha. Grupo pequeno (máx. 12) cria ambiente de camaradagem natural. Quartos partilhados no trekking, hotel individual em cidades (com possível suplemento single).
Sim! Carregadores nepaleses transportam as mochilas principais. Levas apenas uma daypack leve durante as caminhadas. Os carregadores são parte essencial da experiência e da economia local e facilita-te bastante a subida.





















