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Nepal

No Coração dos Himalaias
1ª data - 19 de Outubro a 02 de Novembro (esgotado)

Embarcamos numa jornada encantadora entre os mistérios do Nepal, uma terra que guarda em si a majestade da maior montanha do mundo e uma riqueza incalculável entre tradições hindus e budistas. Uma aventura pelos tesouros dos Himalaias e a espiritualidade que envolve este lugar único, lançando-nos de cabeça numa epopeia de descobertas.

À medida que entramos neste cenário de sonho, deparamo-nos com imponentes montanhas que tocam os céus, vales verdejantes que sussurram histórias ancestrais e rios cristalinos que refletem a pureza deste recanto. O Nepal, com a sua cultura diversificada, estabelece uma ligação forte com aqueles que procuram a conexão com a natureza, a espiritualidade e a contemplação.

A viagem começa nas agitadas ruas de Kathmandu, onde o misticismo paira no ar. Uma dança caótica de stupas e templos, carros e motas, o movimento incessante, o aroma envolvente de incenso, músicas que contam histórias e cores vibrantes formam o primeiro impacto neste país incrível. Dali, o nosso caminho leva-nos para além do barulho e confusão, para o coração mais rural do Nepal, e posteriormente, subimos em direção às majestosas montanhas, onde a energia é palpável e as paisagens são impressionantes.

O trilho guia-nos até ao Annapurna Base Camp, revelando uma natureza imponente e a grandiosidade da cordilheira dos Annapurnas como pano de fundo. Iniciamos a nossa jornada imersos numa floresta exuberante, atravessamos terraços de cultivo e emergimos finalmente numa paisagem de rochas e cumes nevados, um espetáculo de montanhas que se erguem como um anfiteatro celestial.

Neste Nepal de contrastes e beleza indescritível, cada passo é uma descoberta, cada vista uma reverência à grandiosidade da natureza e da espiritualidade que permeia esta terra única. Junta-te a esta viagem intensa e deixa-te envolver pela magia do Nepal, onde as montanhas nos contam segredos e os vales guardam as tradições de um povo extraordinário.

Aproximação CULTURAL
O Nepal, da região de Kathmandu até o Campo Base dos Annapurnas é marcado pelo rico entrançado da diversidade cultural do povo nepalês. Em Kathmandu, a capital, a atmosfera é impregnada de espiritualidade, com templos hindus e budistas intercalados nas ruas estreitas e praças históricas. Nas aldeias ao longo do trilho para o Campo Base dos Annapurnas, a vida quotidiana reflete a simplicidade e a resiliência do povo. Os nepaleses são conhecidos pela sua hospitalidade calorosa, e a agricultura de subsistência é uma parte crucial de seu modo de vida. A religião desempenha um papel fundamental, com o hinduísmo e o budismo coexistindo harmoniosamente. A arquitetura local, com stupas e pagodes ornamentados, testemunha a profunda espiritualidade da população. As tradições manifestam-se em festivais vibrantes e cerimónias, onde danças folclóricas e rituais ancestrais celebram a identidade única deste povo nas majestosas encostas dos Himalaias.
Exigência FÍSICA
Caminhar até o Campo Base dos Annapurnas é uma jornada fisicamente desafiadora, com trilhos que atravessam terrenos variados que exigem esforço constante. A elevação gradual, as mudanças climáticas abruptas e a altitude acrescentam complexidade ao desafio, demandando adaptação gradual para evitar o mal da altitude. A experiência é uma verdadeira prova para o corpo e a mente, com a recompensa proporcionada pelas vistas espetaculares e a satisfação pessoal de superar cada obstáculo. A intensidade do esforço físico transforma-se numa oportunidade para apreciar a grandiosidade natural e superar limites individuais ao explorar as imponentes montanhas dos Annapurnas.
CONFORTO
Ao longo do trilho até o Campo Base dos Annapurnas, os viajantes contam com a comodidade das “Tea Houses” para a hospedagem. Estas casas de chá oferecem uma experiência acolhedora, proporcionando a cada etapa um refúgio reconfortante após os vários dias de caminhada desafiante. Apesar de muito rudimentares, os alojamentos geralmente oferecem quartos, camas e refeições quentes. As Tea Houses são uma parte essencial da jornada, proporcionando um ambiente amigável para os viajantes partilharem histórias e relaxarem enquanto desfrutam das vistas espetaculares das montanhas. Esta forma de hospedagem, embora básica, contribui para a autenticidade da experiência de trekking, criando laços entre os aventureiros que partilham o mesmo percurso até os épicos Annapurnas.
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Descrição

ROTA DA VIAGEM

A líder, Tânia Muxima, estará à tua espera no aeroporto. Ao fim da tarde saímos pelas ruas de Thamel, o centro turístico de Kathmandu, para uma primeira abordagem à atmosfera da cidade. Durante o jantar, a líder fará um check de como se vai desenrolar a viagem e de tudo o que vamos precisar para que nada nos falte nos dias que se seguem.

Alimentação: –
Dormida: B&B

Depois de um energético pequeno almoço no nosso hotel, arrancamos para visitar a cidade e os seus lugares cheios de história e tradição. Apesar de toda a poeira no ar, buzinas, carros e motas em todos os sentidos, é uma cidade que transpira boas energias, com música, cheiros, comida típica, sorrisos nos rostos e muito boa energia. 

Vamos caminhar por ruas estreitas, repletas de artesãos e vendedores ambulantes até ao icónico Asan Bazar, um dos mercados locais mais autênticos de Kathmandu, onde se vende comida, especiarias, roupas, ferramentas, galinhas… ali há de tudo. Seguimos até Durbar Square, o coração da cidade velha de Kathmandu, onde se situava o Palácio Real. A Praça do Palácio é um labirinto de ruas e praças, becos e cruzamentos, uma bonita e bem conservada Praça do antigo Reino de Kathmandu. 

À tarde iremos até Boudhanath. Um dos locais mais sagrados do Nepal para o Budismo, esta estupa também é uma das maiores do mundo. É o monumento budista mais emblemático do Vale de Kathmandu e a atmosfera que se sente naquela praça é fantástica. Boudhanath ficava no meio da rota comercial entre o Nepal e o Tibete e com isso sofreu influências de ambas culturas, a sua bela e colorida arquitetura retrata bem isso.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Hoje vamos viajar até à cidade que vai servir de ponto de partida para o nosso trekking, Pokhara (822m). Pokhara é uma pacata cidade nas margens do Lago Phewa, a segunda maior cidade do Nepal. De Kathmandu (1 400m), são 8h horas de viagem por um Nepal mais rural, cruzando pitorescas aldeias, com paisagens impressionantes de algumas das montanhas mais altas do mundo como pano de fundo. 

Depois de nos instalarmos no nosso hotel, saímos para dar um passeio e relaxar, nas margens do lago, desta intensa mas bonita viagem. Se os astros se alinharem ainda apanhamos o pôr do sol sobre o lago.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

O nosso dia começa com uma pequena viagem cénica de 2h, de jipe, até ao ponto de partida para o nosso trekking. Este será um dia mais pequeno e relaxado. São 3h de caminhada até chegarmos a Landruk (1 640m), uma tradicional aldeia Gurung, um povo indígena que habita os vales montanhosos do Nepal. Vamos ter tempo para nos ambientarmos e para desfrutarmos da paisagem. Pelo caminho vamos cruzar uma impressionante ponte suspensa, e vamos atravessar campos de cultivo em socalcos. Uma paisagem verdejante e, no horizonte, os cumes nevados do Maciço dos Annapurnas.

Distância: 2.5km (3h contando com paragens)

Desnivel: 300m positivo / 100m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Tea House

Um dia para os madrugadores. O nosso dia começa ainda de noite para nos deixarmos deslumbrar com um incrível nascer do sol, com os Himalaias a iluminarem-se diante dos nossos olhos. 

Depois de um bom pequeno almoço vamos nos meter a caminho e caminhar dia fora até Chhomrong (2 170m), uma aldeia que tem uma vista espetacular sobre algumas das montanhas mais altas do mundo. Começa com uma descida até ao rio Modi Khola, para atravessarmos a New Bridge. A partir daqui, é uma subida bastante íngreme, através de uma exuberante floresta de bambu, campos de cultivo e pequenas aldeias isoladas onde se sente a hospitalidade do povo Gurung, até chegarmos ao nosso destino. 

Damos de caras, frente a frente, com a imponente montanha do Machhapuchhare (FishTail), uma montanha sagrada, considerada pelos locais como o lar do deus Hindu Shiva.

Distância: 9 kms (8h contando com paragens)

Desnível: 900m positivo / 300m negativo

Alimentação: –
Dormida: Tea House

Deixamos para trás a charmosa aldeia de Chhomrong e descemos por uma escadaria de pedra, até à ponte suspensa sobre o Chhomrong Khola, para depois subirmos até Sinuwa, pelo vale do Rio Modi. O caminho de Chhomrong a Dovan é um dos mais populares e pitorescos desta nossa viagem pelos Annapurnas. 

Atravessamos majestosos vales rodeados de uma imensa floresta de samambaias, carvalhos, bambus e rododendros, que se torna mais densa à medida que avançamos. Para além de toda a beleza natural, vamos poder vivenciar a cultura e o estilo de vida únicos das comunidades Gurung e Magar, conhecidas pela sua hospitalidade e modo de vida tradicional. 

Depois de um dia intenso chegamos por fim ao nosso destino, Dovan (2 600m), onde vamos poder descansar e recuperar energias para o dia seguinte. 

Distância: 10 km (7h contando com paragens)

Desnível: 800m positivo / 450m negativo

Alimentação: –
Dormida: Tea House

Hoje iremos começar o nosso dia a caminhar ao longo da margem do Vale Modi Khola, através da floresta, subindo em direção à Caverna Hinku (3 139 m) e, mais adiante, a Deurali. 

As paisagens verdejantes começam a dar lugar a um cenário idílico de rocha e gelo, à medida que subimos e nos aproximamos da porta de entrada do Santuário dos Annapurnas. 

Continuamos a subir e chegamos, por fim, ao Acampamento Base do Machhapuchhare (3 700m), uma ‘esplanada’ repleta de alojamentos locais, as famosas Tea Houses, virada para algumas das montanhas mais bonitas dos Himalaias e para o místico Machhapuchhare, a montanha sagrada desta cordilheira. Um verdadeiro anfiteatro de montanhas onde nos sentimos pequenos perante a grandeza do lugar. 

Distância: 12 km (9h contando com paragens)

Desnível: 1 200m positivo / 120m negativo

Alimentação: – 

Dormida: Tea House

O dia de hoje vai ter um ritmo mais lento, não só devido à altitude, mas também porque temos apenas 3 kms para percorrer até ao nosso destino final, o ponto mais alto desta travessia, o Annapurna Base Camp (4 130m). 

É um dia cheio de emoções, para muitos é um sonho tornado realidade, estar ali, em pleno Santuários dos Annapurnas, rodeados de magia, com algumas das mais belas e altas montanhas do mundo a olharem para nós de cima, com todo o seu encanto e delicadeza. Fazemos o percurso de manhã, quando as condições meteorológicas estão melhores, para assim aproveitarmos a tarde para descansar, fotografar, contemplar a beleza deste imponente lugar. 

Distância: 3 km (3h contando com paragens)

Desnível: 450m positivo / 0m negativo

Alimentação: –

Noite: Tea House (camaratas)

Hoje vamos madrugar para podermos contemplar o nascer do sol sobre os picos nevados dos Himalaias: Annapurna I, Macchapucchhre, Annapurna South, Gangapurna, Annapurna III.

É um cenário de natureza crua em todo o seu esplendor, uma manhã que nunca mais se apagará da tua memória. Depois do pequeno almoço começa a nossa descida de volta a Pokhara. É um dia longo, quase sempre a descer e, embora a descida seja menos difícil que a subida, é um dia exigente. 

Embora já tenhamos feito este trilho, agora a paisagem tem outro encanto com a vista das cascatas e do vale de cima para baixo. Caminhamos até Bamboo (2 310m), onde vamos jantar e dormir numa acolhedora Tea House. 

Distância: 16 km (8h contando com paragens)

Desnível: 10m positivo / 1810m negativo

Alimentação: –

Noite: Tea House

Serpenteando a floresta, de Bamboo fazemos uma subida íngreme até Kuldi Ghar e depois até Sinuwa seguindo os degraus de pedra que levam ao Baixo Chhomrong. Depois subimos os mil degraus de pedra que nos levam ao Alto Chhomrong. Aqui começa a nossa descida para Jhinu Danda (1 780m), o lugar onde vamos passar a noite. Para descomprimir de toda esta incrível jornada iremos relaxar nas fontes termais situadas a apenas 20 minutos a pé de Jhinu Danda.

Distância: 11 km (6h contando com paragens)

Desnível: 400m positivo / 1200m negativo

Alimentação: –

Noite: Tea House

O nosso trekking está a chegar ao fim e hoje caminhamos apenas 1h até ao transporte que nos vai levar de volta a Pokhara. Curva e contracurva, por entre campos de cultivo, é assim que nos despedimos das nossas imponentes montanhas que embelezaram o horizonte nestes últimos dias. 

Em Pokhara, depois de nos instalarmos no nosso hotel, vamos relaxar no Lago Phewa e, os mais destemidos, terão mesmo a oportunidade de desfrutar do lago em cima dos seus coloridos barquinhos. À noite é tempo de um belo jantar com muita animação e conversa sobre as peripécias e os momentos marcantes do nosso trekking. 

Alimentação: – 

Noite: Hotel

Dependendo da hora a que chegamos, vamos deambular pelas ruelas de Thamel, onde não faltarão lojas de comércio local para comprares as lembranças desta memorável viagem. O resto da tarde e a noite vai ser de convívio num restaurante típico no centro da capital. 

Alimentação: Pequeno Almoço e Jantar

Noite: Hotel

Depois de um pequeno almoço relaxado, rumamos a Bakthapur, uma das antigas capitais do Nepal. Deixamos para trás a algazarra do centro de Kathmandu e entramos na tranquilidade do antigo reino de Bhaktapur, uma pacata cidade conhecida como a ‘Cidade dos Devotos’.

Bhaktapur possui o centro histórico melhor preservado do Nepal, com labirintos de casas e prédios construídos em terra-cota, cheio de entalhes e detalhes decorativos. É o maior centro de artesanato do país, com grande enfoque na cerâmica, presente em cada esquina. Bhaktapur é considerada pela Unesco como Património Mundial e, seguindo a tendência das cidades reais do Nepal, tem uma Durbar Square, a praça principal que sedia o antigo palácio e os templos de maior beleza. 

Durante a tarde rumamos a Patan, outro antigo reino do Nepal. Embora não seja muito grande, Patan é famosa devido ao rico acervo de templos budistas e hindus. A Durbar Square, que em nepalês significa Praça do Palácio, é o ponto alto da cidade, com seus impressionantes templos.

Alimentação: Pequeno Almoço

Noite: Hotel 

Um transporte irá levar-nos a Pashupatinath, o mais antigo templo Hindu do Nepal, cenário de cremação de corpos nos ghats, escadarias às margens do rio. Ser cremado ali significa alcançar o Nirvana, o objetivo de vida do hindu. 

Este templo é dedicado ao deus Shiva, uma das maiores entidades do hinduísmo. Conta a lenda que Shiva encontrou Pashupatinath e adotou-o como seu, tornando-se assim o deus daquela região. Quando os deuses Ganesh e Vishnu descobriram o seu lugar secreto e perceberam a sua falta de humildade, partiram um dos cornos de Shiva e utilizaram para construir o primeiro lingan do templo. Assim, o templo foi erguido e, desde então, corpos de hindus vêm diariamente de todo o país para serem cremados nos ghats de Pashupatinath. 

À tarde vamos visitar a Estupa de Swayambhunath, também conhecida como Templo dos Macacos. Tem uma estupa principal, no topo de uma colina, com uma vista impressionante sobre a cidade e está cercada por templos hindus e budistas que ali coexistem em harmonia. Em cada um dos quatro lados da estupa principal há um par de grandes olhos que simboliza o Deus que tudo vê.

Alimentação: Pequeno Almoço

Noite: Hotel

Hoje é dia de aproveitar as últimas horas neste país incrível antes de entrarmos no avião, com a memória repleta de histórias e momentos inesquecíveis.

Alimentação: Pequeno Almoço

Preço1470€/pessoa
Total 14 noites6 noites Hotel (quarto duplo); 1 noite em B&B; 7 noites Tea House (quarto de 2, 3 ou 4 pessoas) no Trekking
AtividadesDescoberta cultural, trekking e aventura
TransportesAutocarro, Carrinha Privada, Taxi, Avião
ReservasGrupo 6 a 12 pessoas
INCLUI
EXCLUI
LÍDER DE VIAGEM

Tânia Muxima

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